Grupo de Eike Batista segue se ajeitando no Flamengo

Em janeiro de 2017, Flavio Godinho, então vice presidente de futebol do Flamengo, foi preso pela Operação Lava-Jato, acusado de operar os esquemas ilícitos ligados a Eike Batista, de quem era apontado como braço-direito.
O clube não aprendeu a lição.
Segundo o Blog do Juca e também a coluna de Lauro Jardim, Rodolfo Landim, novo presidente rubro-negro, aliado do antecessor, Eduardo Bandeira de Mello, trabalha para anunciar outro ‘garoto de ouro” de Batista no clube, Reinaldo Belloti Vargas, ex-diretor da OGX Petróleo e Gás, que tem no currículo indiciamentos pelo MPF por falsidade ideológica, indução de investidores a erro, formação de quadrilha e manipulação do mercado de capitais.
O cargo a ser ocupado, de CEO, indica bem o poder que o sujeito teria na Gávea.
Não bastasse ter no futebol adeptos de negócios nada transparentes com agentes de jogadores, esse grupo terá respaldo, com provável aprovação e, talvez, divisão de benefícios, de gente acostumada a não ter limites na vida pessoal e profissional.
