Tuma Junior se retrata, escapa de condenação, mas “assassina” reputação do “livro bomba”

Em 2015, o ex-funcionário da Secretaria Nacional de Justiça, José Eduardo Elias Romão, ingressou com ação na Justiça Federal contra o ex-delegado Romeu Tuma Junior, acusando-o de calúnia

As mentiras teriam sido contadas no livro de ficção denominado “Assassinato de Reputações”.

Próximo da sentença, Tuma Junior decidiu se retratar, evitando, assim, a provável condenação criminal.

Nova edição do livro deverá ser lançada, com o pedido de desculpas do ex-delegado.

Apesar de não poder mais ser condenado sobre a suposta mentira, o desfecho do caso acabou por “assassinar” a reputação do apelidado “Livro bomba”, tratado pelo escritor como expressão da realidade, alimentando, ainda mais, a fama de “mitômano” que o persegue.

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