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Cartolas do Corinthians colam em Bolsonaro com objetivo de escapar da “Lava-Jato”

Quando o PT era Governo e os índices de popularidade atingiam patamares de impressionar, tanto o presidente do Corinthians, Andres Sanches, quanto seu braço direito, André Negão, filiaram-se ao partido.

No Parque São Jorge, ambos desfilaram de braços dados com Lula e seus companheiros.

Sanches elegeu-se deputado federal, pelo PT, cargo ainda em exercício.

André Negão é seu chefe de gabinete.

O tempo passou, a “lava-Jato” obteve delações de executivos da Odebrecht indicando recebimento de propina para facilitação do superfaturamento do estádio de Itaquera e o medo da prisão superou a ideologia partidária.

Nesta campanha, nenhum dos dois posicionou-se no primeiro turno, em nítida espera para observar de que lado o vento influenciaria a maré.

Agora, com a perspectiva de vitória de Jair Bolsonaro (por conta das pesquisas), os antes ‘esquerdistas”, transformaram-se em direitistas radicais, em clara demonstração, mais uma, de desvio de caráter.

Ontem, André Negão publicou vídeo de apoio a Bolsonaro.

Certamente não o faria sem o consentimento do patrão.

Historicamente, não seria o primeiro caso de dirigentes alvinegros complicados aproximando-se de militares.

A impressão é da necessidade de ligar-se ao poder para que, de alguma maneira, consigam escapar das graves implicações que lhe são impostas pelas investigações da Polícia e do Ministério Público Federal.

Para tal, necessitam da aceitação de Bolsonaro, que, até o momento, não se opôs ao apoio, como o fez, publicamente, com o matador do capoeirista baiano.

Na esteira do comportamento da enrolada cúpula alvinegra, outros cartolas, entre os quais, abertamente, Raul Correa da Silva, que participaram da elaboração do negócio do estádio, consentindo com as diretrizes da Odebrecht, também passaram, do dia para a noite, a apoiar o capitão.

Justamente ele, que, em mídia social, contava ter ajudado a fundar torcidas “organizadas”, entre as quais a “Camisa 12”, em combate aos tempos ditatoriais de Wadih Helu, no Parque São Jorge.

Dentro desse contexto, em que os mal-afamados citados não são, propriamente, amadores, é lícito supor que o apoio dificilmente seria declarado, publicamente, sem contrapartida ou promessa de ajuda pela parte beneficiada.

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1 comentário sobre “Cartolas do Corinthians colam em Bolsonaro com objetivo de escapar da “Lava-Jato”

  1. PAULO, ANDREZINHO DA VILA E ESPANHOL DA VILA DOS REMEDIO SAO CAFE PEQUENO PELO QUE FOI TUDO QUE A ODEBRECH FEZ NESSE PAIS. DESPEJAR 2, 3 MILHAS NUMA SACOLA E ENTREGAR PRA ESSES 2 SAFARDANAS É UM GRAO DE AREIA NESSE OCEANO DE CORRUPCAO.

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