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O homem Paulo André e o lamentável Petraglia

Atitudes civilizadas de cartolas do futebol são tão raras que a iniciativa, deplorável, mas compatível com o histórico de vida do político, subliminarmente, “homenageado”, imposta pelo “dono” do Atlético/PR, Mario Celso Petraglia, obrigando seus jogadores a vestir camisa à favor do candidato fascista, não surpreende.

Muitos menos a adesão dos atletas, alguns por medo, outros simplesmente alienados.

Não todos, menos um.

Paulo André, de vida vencedora enquanto jogador de futebol, já havia entrado para o lado positivo da história ao co-fundar, para contrapor-se aos desmandos da Casa Bandida do Futebol, o “Bom Senso FC”, mas, desde ontem, ao ser o único com coragem de recusar-se a seguir as ordens do patrão, defendendo a própria biografia e, por consequência, dando exemplo de cidadania à população, tornou-se símbolo de uma resistência à favor da democracia.

Digno, emocionante e merecedor do mais profundo respeito.

Se, nos anos 80, para lutar contra os desmandos dos militares, o Corinthians entrava em campo com o slogan e o comportamento de “Democracia Corinthiana”, o Atlético/PR, lamentavelmente, será lembrado, por conta da imposição de idéias e a submissão dos jogadores (da maneira que ocorre com a população quando tem seus direitos usurpados por fascistas), como a “Ditadura do Furacão”.

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1 comentário em “O homem Paulo André e o lamentável Petraglia”

  1. Coragem Pauli André. Nis nos orgulhamos de vc. Que a torcida do Atlético dê a resposta nas urnas e vote com sua consciência !

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