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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“O Tempo e a Distância são especialistas em distinguir o que é verdadeiro e o que é falso”

Geovani Rodrigues – Pensador

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Rememorar

A Comissão Organizadora do Encontro dos Árbitros das décadas 1960 a 2001, através da presidente Rita de Cássio Rogerio, junto aos componentes: Wagner Prandini Tonel, Ricardo Ibitinga de Barros, Flávio Carvalho, José Sidnei Esteves e Marcelo Rogerio

Comunica

O evento será realizado no dia 08 de Outubro de 2018, das 18h30 às 23 horas, em local a ser confirmado nos próximos dias

Aos interessados

Recomendo que disque para o celular (11) 99914-0949 pertencente a presidente da comissão: Sra. Rita de Cássia Rogerio

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Nota de repudio do SAFESP

Através site do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo, o presidente Arthur Alves Junior, sem citar nomes, cumpre seu dever praticando o que seus antecessores não fizeram, ou seja: Expôs seu repudio as constantes reclamações dos dirigentes dos clubes atribuindo aos árbitros parte das derrotas de suas equipes

Lembrete

Conforme noticiários dentre os reclamantes cito Raí Souza Vieira de Oliveira, gerente do futebol do São Paulo Futebol Clube – SPFC

Lhufas

Desde o meu tempo estes fatos ocorriam, por diversas vezes, verbal ou por missivas, exigi dos dirigentes do SAFESP tomada de posição encarando todo dirigente que, sem alicerce, colocou ou viesse a depositar a culpa da derrota de sua equipe no trabalho do árbitro ou dos até então denominados bandeirinhas

Responsabilidade

Do teimoso método dos dirigentes em culpar os representantes das leis do futebol, sem medo de errar afirmo: os árbitros foram, continuam e continuarão sendo a válvula de escape, vez que, persistem no abominável sabujar os dirigentes, políticos, membros do judiciário, do MP, e por aí vai, visando ser apadrinhados e escalados por necessidade ou júbilo do ego

Omissão

Dos dirigentes da ANAF – Associação Nacional dos Árbitros de Futebol, até aqui, reforça a tese de subserviência e temeridade dos seus dirigentes não serem escalados para trabalharem nas contendas das diversas competições patrocinadas pela CBF

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14ª Rodada da Serie A do Brasileirão 2018

Sábado 21/07

São Paulo 3 x 1 Corinthians

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

Item Técnico

Durante o transcurso da contenda, Marcelo de Lima Henrique inverteu e deixou de marcar algumas faltas, destaco:

1ª – Inverteu a falta cometida por Fagner, defensor corintiano em um dos oponentes

2ª – Ocorrida na sua face, na cara dura, deixou de marcar a falta cometida por Hudson, defensor são-paulino no corintiano Romero

3ª – Por não ter marcado o toque na bola cometido pelo corintiano no período que consignou o tento de sua equipe

Item Disciplinar

Advertiu com cartão amarelo 07 corintianos e 02 são-paulinos

Observação

No transcuro da refrega Marcelo de Lima Henrique deixou de sinalizar duas faltas no corintiano Romero; fato que não deveria ter acontecido, vez que: este proceder expõe que carreou para o campo de jogo as imagens das contendas que Romero teatraliza quando sofre falta

Domingo 22/07

Palmeiras 3 x 2 Atlético-MG

Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE)

Item Técnico

Como principal destaco o acerto do árbitro por ter sinalizado a falta do santista Ricardo Oliveira no oponente Edu Dracena, praticada próximo da linha divisória do campo, no momento que usou da força exagerada, e, com a metade esquerda de seu corpo deu um tranco no palmeirense

Ressalto

Que após cobrança da falta ocorreram dois ou três lances; na sequencia, a redonda sobrou para Bruno Henrique manda-la pro fundo da rede e marcar o gol da vitória da equipe alviverde

Item Disciplinar

Cartões Amarelos: dois para cada equipe, dentre estes, entendi exagerado para o palmeirense Moisés e Luan, defensor atleticano, por comemorarem os gols

Cartão vermelho corretamente aplicado para o atleticano Matheus Galdezani, que, após final da contenda, saiu do banco de sua equipe para insultar o árbitro

Chapecoense 0 X 0 Santos

Árbitro:  Wagner Reway (FIFA-MT)

Item Técnico

Acertou por ter corroborado com o assistente 01 Bruno Raphael Pires (FIFA-GO) quando da sinalização de impedimento do atacante Wellington Paulista, da equipe mandante, no momento que pegou a redonda para manda-la profundo da rede santista

Item Disciplinar

Acertou nos instantes que advertiu com cartão amarelo, 01 defensor da Chapecoense, como também para 03 santistas

Resumindo

O futebol apresentado pelos litigantes foi de baixíssimo nível

15ª Rodada – Quarta Feira 25/07

Santos 1 x 1 Flamengo

Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar 

Cartões amarelos: 01 para santista e 01 para flamenguista

Quinta Feira 26/07

Grêmio 2 x 1 São Paulo

Árbitro: Grazianni Maciel Rocha (RJ)

Item Técnico

Como principal destaco:

A correta participação do assistente 01: Joao Luiz Coelho de Albuquerque (RJ), confirmada pelo árbitro, quando da marcação de impedimento do gremista Everton finalizado com a bola no fundo da rede oponente

Item Disciplinar

Cartões Amarelos: 03 para gremistas e 05 para são-paulinos

Nota

Na parte disciplinar, o árbitro não se fez respeitar, vez que: quando da marcação de faltas, em algumas foi contestado pelos litigantes, uma e outra, deu as costas e saiu do bolo, noutras; demorou em tomar decisão

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Política

O baronato das castas que a Nação sustenta

Marajás do serviço público vivem à tripa-forra, sustentados pelo povo escravizado

Quando o presidente da Constituinte, da Câmara e do partido no governo, o então PMDB e hoje MDB, Ulysses Guimarães, batizou a Constituição de “cidadã”, o velho timoneiro não se referia à cidadania em geral. Mas a brasileiros de primeira classe, detentores de privilégios no Estado estroina dos marajás. Desde sua promulgação pelo Congresso, que não fora eleito para produzir uma Carta Magna na qual todos os brasileiros fossem iguais perante a lei, o documento, aguardado à época da ditadura militar como se pudesse vir a ser a panaceia universal dos problemas nacionais, dividiu a Nação em duas bandas. De um lado, os que podem tudo e, do outro, os que sobrevivem do que podem, quase sempre pouco, muitas vezes nada.

Esta realidade, paradisíaca para os mandatários dos Poderes Executivo e Legislativo e os potentados apadrinhados do Judiciário, vem ao longo do tempo restaurando a escravidão, desta vez multirracial. Nela o Brasil real sustenta o outro, um país oficial insensível, corrupto e impune, à custa de sangue, suor e lágrimas. Tudo isso acaba de ser revelado numa crua e muito corajosa iniciativa do jornalismo brasileiro: a série ‘Eleições 2018. Os donos do Congresso’, do Estadão/Broadcast, iniciada com a reportagem intitulada na manchete de primeira página deste jornal de domingo 22 de julho de 2018: ‘Servidores têm maior e mais poderosa bancada na Câmara’. Essa casta, e não a massa dos funcionários antigamente chamados de “barnabés” e que pertencem à banda espoliada, acaba de enterrar as votações das reformas propostas pelo governo, em particular a da Previdência, e de patrocinar o assalto de R$ 100 bilhões das pautas-bomba no Congresso.

Segundo reportaram Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli, da sucursal de Brasília, “a bancada do funcionalismo público na Câmara age sem alarde, mas é considerada atualmente o lobby mais poderoso do País”. Seu poder é inusitado: “Dos 513 deputados, 132 são servidores – um em cada quatro”. E não servem: servem-se!

Já na primeira página o leitor deste jornal foi informado de que esse lobby voraz e implacável está longe de obedecer a qualquer proporcionalidade da sociedade como um todo: ele “representa 11,5 milhões de pessoas, ou 5,5% da população”, revela a reportagem. E, em nome do amplo espectro ideológico da política, “do PT ao PSDB, passando por PSOL e DEM”, dinamitou, além da reforma da Previdência, as tentativas de salvar as contas públicas de sua sanha com a reestruturação das carreiras, que limitaria o salário inicial da maioria das corporações que o mantêm. Une políticos e burocratas suspeitos de grossa corrupção e juízes que a combatem, mas não abrem mão de auxílio-moradia e outros absurdos.

Ninguém tem peito para enfrentá-lo. Um exemplo claro disso percorre o noticiário político desde sempre e particularmente nestes dias em que se disputam eleições gerais, principalmente a que levará ao trono presidencial o novo ungido do povo e é vendida como a solução final do voto legítimo.

Assim como a esdrúxula, enxundiosa e monstruosa Constituição de 1988, que consagrou a nova nobreza, espera-se que dela surja alguém que evite a dilapidação do erário com uma varinha de condão que elimine a necessidade urgente de rolar até a eternidade uma dívida que se torna impagável. Há uma miríade de pretendentes ao cargo de mago da Corte. Mas nenhum deles ergueu um dedo para recriminar os agentes dessa enfermidade institucional de gravidade mortal que aumentou as despesas do Orçamento sem apontar a fórmula mágica para pagá-las.

Lula, favorito nas pesquisas, está preso e é inelegível, mas nenhum “supremo” magistrado do império do faz de conta bate o martelo para pôr fim à farsa de sua pretensão. Bolsonaro, o deus ex-machina dos nostálgicos da ditadura militar, faltou às sessões da derrama fiscal alegando que tinha mais o que fazer em palanques.

O tucano Alckmin mandou às favas não apenas os escrúpulos, como dizia o coronel Passarinho, corneteiro da fanfarra armada, mas o discurso com que seu partido disputou a última eleição presidencial, fingindo combater a corrupção enquanto se lambuzava no melado jogado pelos adversários aos cães. Em troca de pratos de lentilhas, a serem servidos no horário nada gratuito no rádio e na TV, trocou alianças com condenados do mensalão, Valdemar Costa Neto e Roberto Jefferson, e suspeitos do petrolão, Kassab, Paulinho da Força e o time de Temer, presidente mais impopular da História. É o mal lavado compartilhando o cocho dos sujos.

Entre os expulsos da comilança, Marina esgueira-se nas sombras, pretendendo ser lembrada assim que for esquecida. Meirelles, favorito de Lula do PT e queridinho do mercado, parece disputar votos na Tailândia, escondido numa caverna. E Ciro, o coronel de Pindamonhangaba e do Ceará, investe contra o “baronato”, insulto a que os verdadeiros barões do Estado podre apelam para confundir e, com isso, assumir o que ainda restar de migalhas do queijo em decomposição.

O deputado Rogério Rosso (PSD-DF), dos poucos porta-vozes assumidos da bancada dos mandarins de estatais e autarquias, disse que “talvez o governo a tenha subestimado”. Temer, que, aliás, é funcionário público e, nessa condição, goza das benesses da aposentadoria de luxo paga pelos pobretões e desempregados, entre outras vítimas, inventou uma intervenção militar na segurança do Rio apenas para não herdar o ônus desse desengano.

Nada podemos fazer nós outros, que pagamos as contas dos furtos da Petrobrás, da merenda escolar e da máfia dos vampiros e o mico de não escaparmos de ver o maganão petista José Dirceu, torso nu ao sol, sem algemas nem tornozeleiras, numa praia baiana, mercê de ex-serviçal que ainda lhe serve na cúpula da Justiça (?). Dormimos indignados e acordamos omissos, definiu, sem felicidade nenhuma, o político Eduardo Jorge. E o que mais?

Publicado no Estadão do dia 25/07/2018 – Autor: José Nêumanne – Jornalista, poeta e escritor brasileiro

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Finalizando

“Se mil homens se recusassem a pagar seus impostos este ano, esta não seria uma medida violenta e sangrenta, como seria a de pagá-los e permitir ao Estado cometer violências e derramar sangue inocente”

Henry David Thoreau: foi um autor estadunidense, poeta, naturalista

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-28/07/2018

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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