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A gafe de Rosenberg em coletiva marcada pelos Gaviões da Fiel

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“Para o economista, o nível ótimo de corrupção não é zero… porque toda vez que eu elimino um foco, uma atividade corrupta, eu incorro num custo… e se esse custo é maior do que eliminar aquele tipo de corrupção, a economia recomenda que não faça…”

“Mas e a ética ? Não… estou te falando aqui como economista…”

(LUIS PAULO ROSENBERG)


A entrevista coletiva que teve a participação de três dirigentes do Corinthians (Andres Sanches, Luis Paulo Rosenberg e Matias Ávila), além dum engenheiro da Odebrecht (Roberto Corrégio), casado com funcionária da OMNI, revelou bem o baixíssimo nível da gestão alvinegra.

Principalmente pela origem do encontro com os jornalistas: um dia antes, os Gaviões da Fiel soltaram nota dizendo que obrigaram os cartolas (após reunião entre as partes), com prazo máximo até quinta-feira (ontem), a explicar, publicamente, todas as dúvidas dos torcedores alvinegros, sob pena de confrontamento com a torcida.

O episódio demonstra claramente a fraqueza dos dirigentes.

Pior ainda foram as respostas de Rosenberg, que engana cada vez menos pessoas com truques manjados e retórica pouco convincente.

De cara, o cartola cometeu uma gafe que deve ter deixado Andres Sanches com vontade de se esconder embaixo da mesa.

Ao ser questionado sobre as dificuldades de negociar os naming-rights do estádio, o “primeiro ministro” do Parque São Jorge enrolou, mas deixou escapar:

“(…) houve uma deterioração do futebol em geral, com violência, com dirigentes presos. Tudo isso atrapalhou”

Em passado recente, André Negão foi detido pela Polícia Federal em sua “Operação Lava-Jato”, delatado que foi junto com Andres Sanches e Vicente Cândido – todos atuais dirigentes do Corinthians, acusados de receberem propina da Odebrecht para ajudarem no superfaturamento do estádio de Itaquera.

Sanches enfrenta ainda cinco outras ações criminais na Justiça Federal, três delas ao lado de dirigentes alvinegros: André Negão (novamente), Raul Corrêa da Silva e Roberto Andrade, por terem apropriado-se, indevidamente, de impostos para depois sonegá-los à Receita Federal.

À época o clube precisou tomar mais de R$ 100 milhões emprestados para evitar as quatro prisões.

Em abril de 2015, em entrevista a Jorge Nicola, Rosenberg disse:

“(…) se eu assumo (a gestão do estádio) , entro na Justiça no dia seguinte contra a Odebrecht, que não me entregou as coisas do estádio que contratei”

Estamos cinco meses à frente desde que ele assumiu a Arena de Itaquera e não há, no TJ-SP, nenhuma ação proposta nesse sentido.

No restante das bobagens proferidas, envoltas em delírios e mentiras, vale destacar a iniciativa do “facenóis”, que Rosenberg quer introduzir no Corinthians para competir com o gigante “Facebook”, que de tão ridícula e inverossímil, fechará está nota sem o merecimento de ser comentada.


EM TEMPO: insatisfeitos com as respostas dos dirigentes alvinegros, os Gaviões da Fiel prometem protesto para hoje, às 18h, na porta do Parque São Jorge.

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