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Diretoria do Santos joga para torcida ao contabilizar dinheiro que Barcelona não deve

José Carlos Peres e Orlando Rollo

O Santos contabilizou em seu Balanço a quantia de R$ 17,9 milhões, à receber, referentes a suposta dívida do Barcelona na transação de compra do jogador Neymar.

Pelo acordo, além dos valores pagos – aliás, bem controversos – a equipe catalã seria obrigada a realizar dois amistosos com o Peixe, revertendo a arrecadação total aos cofres de Vila Belmiro.

O primeiro aconteceu em 2013, e o Barcelona sapecou, em jogo disputado no seu estádio, humilhantes oito a zero, que poderiam ser dezesseis, tamanho o número de gols perdidos durante a partida.

Por conta deste encontro, o Santos, não o Barça, passou a adiar o embate seguinte, temeroso de sofrer novo vexame (vale lembrar que antes do referido duelo houve outro, pela final do Mundial, em que os espanhóis venceram por quatro a zero, em que Neymar jogou pelo clube brasileiro, vendido, em que ninguém soubesse, ao adversário).

Pelo contrato, se o Barcelona recusasse o segundo amistoso, a ser realizado no Brasil, teria que pagar ao Peixe os tais R$ 17,9 milhões.

Não foi o que aconteceu.

O Santos deveria ter vergonha de colocar uma dívida inexistente em seu balanço, que os espanhóis, com simples exposição de e-mails refutarão, símbolo, na verdade, da covardia de dirigentes indignos de chefiar um dos mais famosos clubes do planeta.

Noutros tempos, era o Santos quem ocasionava medo aos adversários.

Agora, o pavor é dos torcedores, condenados, por conta de opções ruins e escolhas não tão melhores, a serem chefiados, quando não por “espertalhões”, pelos incompetentes que se cercam dessa gente.

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