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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida.

Mahatma Gandhi – foi um líder pacifista indiano. Principal personalidade da independência da Índia, então colônia britânica

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3ª Comissão Disciplinar do TJD da FPF

O depoimento dos representantes das leis do jogo que trabalharam na contenda Palmeiras x Corinthians, quanto do todo poderoso diretor de árbitros Dionisio Roberto Domingues, é digno da frase:  Me engana que gosto

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CA-CBF – início dos espetáculos circenses no Brasileirão- 2018

Conforme noticiário o inexpressivo presidente da CA-CBF, afirmou que Wagner Reway, imerecidamente portador do escudo FIFA, que teve péssima atuação e influenciou no resultado da contenda Vitória 2 x 2 Flamengo, avaliada por mim logo abaixo, está afastado da Série A

Desprezo/Incoerência

Segundo o noticiar Wagner Reway será deslocado para arbitrar competições da Série D; em ocorrendo, o inexpressivo presidente e seus assessores, anunciam total incoerência, seguida do desprezo para com os clubes desta divisão

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Primeira Rodada da Série A do Campeonato Brasileiro – 2018

Sábado 14/04

Vitória 2 x 2 Flamengo

Árbitro: Wagner Reway

Item Técnico

Incompreensíveis as duas e principais agressões as leis do jogo perpetradas por Wagner Reway

1ª – A ridícula omissão do adicional, seguida da fala de atenção do árbitro na trajetória da bola que bateu no rosto e nocauteou um dos flamenguistas, culminou na marcação da inexistente penalidade máxima a favor da equipe da casa. Após cobrança; findada no fundo da rede da equipe carioca

2ª –  Deixou de sinalizar a posição de impedimento do flamenguista Willian Arão no período que cabeceou a redonda para um dos seus consortes toca-la para outro manda-la profundo da rede da equipe baiana

Item Disciplinar

03 cartões amarelos para defensores do Vitoria e 02 para defensores do Flamengo

Concluindo

Trabalho fraquíssimo do principal representante das leis do jogo

Domingo 15/04

Corinthians 2 x 1 Fluminense

Árbitro: Anderson Daronco

Itens Técnico

Aceitável

Disciplinar

Sem problemas e sem cartões

Conclusão

A baba do quiabo

Copa Libertadores – 2018 – Quarta Feira 18/04/2028

Independiente 0 x 1 Corinthians

Árbitro: Daniel Fedorczuk (URU)

Item Técnico

A incompreensível marcação de impedimento do atacante Silvio Romero da equipe do Independente que resultou com a bola no fundo da rede corintiana

Item Disciplinar

cartões amarelos: 02 para defensores do Independiente – 02 para corintianos

–  Cartão vermelho: pro corintiano Jadson

Concluo

O erro do árbitro Daniel Fedorczuk favoreceu a equipe do SC Corinthians Paulista

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Politica

Lula atrás das grades

Ex-presidente não foi levado a cadeia pelas coisas boas que fez, mas pelas más, a corrupção

Que Lula, o ex-presidente do Brasil, tenha dado entrada em uma prisão em Curitiba cumprindo uma pena de doze anos de prisão por corrupção, e originado protestos organizados pelo Partido dos Trabalhadores e homenagens de governos latino-americanos tão pouco democráticos como os da Venezuela ou da Nicarágua, era algo previsível. Mas é menos previsível que tantas pessoas honestas, socialistas, social-democratas e até mesmo os liberais tenham considerado que foi cometida uma injustiça contra um ex-mandatário que muito se preocupou em combater a pobreza e realizou a proeza de tirar, aparentemente, cerca de 30 milhões de brasileiros de extrema pobreza quando esteve no poder.

Aqueles que pensam assim estão convencidos, aparentemente, que ser um bom governante tem a ver apenas com a execução de políticas sociais avançadas, e isso o isenta de cumprir as leis e agir com probidade. Porque Lula não foi levado à cadeia pelas coisas boas que fez durante seu governo, mas pelas más, e entre estas figuras, por exemplo, a corrupção espantosa da companhia estatal Petrobrás e de seus empreiteiros, que custou ao castigado povo brasileiro nada menos que três bilhões de dólares (dois bilhões deles em subornos).

Além disso, aqueles que têm Lula em tão alta consideração esquecem o papel feio de alguém “que corre de um canto para outro levando fofocas” que atuou como um emissário e cúmplice em várias operações da Odebrecht – no Peru, Peru, entre outros países – corrompendo com milhões de dólares presidentes corruptos e ministros para que favorecessem essa transnacional com contratos multimilionários de obras públicas.

É por este motivo e outros casos que Lula tem não um, mas sete processos por corrupção em curso e que dezenas de seus colaboradores mais próximos durante seu governo, como João Vaccari ou José Dirceu, seu chefe de gabinete, tenham sido condenados a longas penas de prisão por roubos, golpes e outras operações criminosas. Entre as mais recentes acusações que recaem sobre ele, está a de ter recebido da construtora OAS, em troca de contratos públicos, um apartamento de três andares em uma praia do Guarujá (São Paulo).

Os protestos pela prisão de Lula não levam em conta que, desde a grande mobilização popular contra a corrupção que ameaçava sufocar todo o Brasil, e em grande parte graças à coragem dos juízes e promotores liderados por Sérgio Moro, juiz federal de Curitiba, centenas de políticos, empresários, funcionários públicos e banqueiros, foram presos ou estão sendo investigados e têm processos abertos. Mais de cento e oitenta já foram condenados e há várias dezenas deles que o serão em futuro próximo.

Nunca na história da América Latina havia acontecido algo semelhante: um levante popular, apoiado por todos os setores sociais, que, a partir de São Paulo, se espalhou pelo País, não contra uma empresa, um caudilho, mas contra a desonestidade, as más ações, os roubos, os subornos, toda a corrupção gigantesca que gangrenava as instituições, o comércio, a indústria, a prática política, em todo o país. Um movimento popular cujo objetivo não era nem a revolução socialista nem derrubar um governo, mas sim a regeneração da democracia, para que as leis deixassem de ser letra morta e fossem verdadeiramente aplicadas a todos igualmente, ricos e pobres, poderosos e pessoas comuns.

O extraordinário é que esse movimento plural tenha encontrado juízes e promotores como Sérgio Moro, que, encorajados por essa mobilização, deram-lhe um canal judicial, investigando, denunciando, mandando para a prisão uma série de executivos, empresários, industriais, parlamentares, funcionários, homens e mulheres de todas as condições, mostrando que é viável, que qualquer país pode fazê-lo, que a decência e a honestidade são possíveis também no terceiro mundo, se houver vontade e apoio popular para fazê-lo. Sempre cito Sérgio Moro, mas seu caso não é único, nestes últimos anos, temos visto no Brasil como seu exemplo foi seguido por inúmeros juízes e promotores que se atreveram a enfrentar os supostos intocáveis, aplicando a lei e devolvendo pouco a pouco ao povo brasileiro uma confiança na legalidade e liberdade que quase tinha sido perdida.

Existem muitas pessoas admiráveis no Brasil; grandes escritores como Machado de Assis, Guimarães Rosa ou minha querida amiga Nélida Piñon; políticos como Fernando Henrique Cardoso, que, durante sua presidência, salvou a economia brasileira da hecatombe e fez um modelo de governo democrático, sem jamais ser acusado de ação punível; e atletas e desportistas cujos nomes deram a volta pelo mundo. Mas se eu tivesse que escolher um deles como um modelo exemplar para o resto do planeta, não hesitaria um segundo para escolher Sérgio Moro, este modesto advogado natural do Paraná, que, após sua formatura, entrou na magistratura por concurso, em 1996. Segundo comentou, o que aconteceu na Itália na década de noventa, o famoso processo Operação Mãos Limpas, deu-lhe ideias e entusiasmo para combater a corrupção em seu país, usando instrumentos semelhantes aos dos juízes italianos de então, ou seja, a prisão preventiva, a delação premiada e a colaboração da imprensa dos meios de comunicação em troca da redução da sentença. Eles tentaram corrompê-lo, é claro, e é certamente um milagre que ainda esteja vivo, em um país onde os assassinatos políticos não são, infelizmente, excepcionais. Mas lá está ele, fazendo parte de uma verdadeira – embora ninguém a tenha chama disso – revolução silenciosa: o retorno à legalidade, ao império da lei, em uma sociedade na qual a corrupção generalizada a estava desintegrando impedindo de o “grande país do futuro” que sempre foi ao ser o grande país do presente.

A corrupção é o grande inimigo do progresso latino-americano. Faz estragos nos governos da direita ou da esquerda e um grande número de latino-americanos chegou a acreditar que é inevitável, algo como os fenômenos naturais contra os quais não existe defesa: terremotos, tempestades, relâmpagos. Mas a verdade é que existe e de fato o Brasil está demonstrando que é possível combatê-lo, se há juízes e promotores arrojados e responsáveis, e, claro, uma opinião pública e os meios de comunicação que os apoiam.

Por isso, é bom, para a América Latina, que pessoas como Marcelo Odebrecht ou Lula da Silva tenham sido presos depois de terem sido processados, concedendo a eles todos os direitos de defesa que existem em um país democrático. É muito importante mostrar em termos práticos que a justiça é a mesma para todos, os pobres diabos que são a imensa maioria e os poderosos que estão no topo graças ao seu dinheiro ou suas posições. E são precisamente estes últimos que têm maior obrigação moral de obedecer a lei e para mostrar, em suas vidas diárias, que não são necessárias transgressões para preencher essas posições de prestígio e poder que eles têm alcançado, pois isso é possível dentro da legalidade. É a única maneira pela qual uma sociedade acredita em instituições, rejeita o apocalipse e as fantasias utópicas, sustenta a democracia e vive com o sentimento de que as leis existem para protegê-la e humanizá-la mais a cada dia.

Publicado no Estadão do dia 16/04/2018 – Autor: Mario Vargas Llosa-é um escritor, jornalista, ensaísta e político peruano

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Dissinto

Integralmente da concessão de prisão domiciliar baseada na doença ou doenças do ex-governador, ex-prefeito e ex, nos vários cargos públicos eletivos ou não, vez que: se aproveitando da aquiescência da maioria da população que adorava e adora o repugnante rouba mais faz; indiretamente, por falta de leitos hospitalar, postos de saúde, remédios e por aí vai; o agora coitadinho, matou muitas pessoas

Finalizando

A democracia brasileira é o regime onde a maioria escolhe um ladrão para o cargo de Robin Hood

Marton – Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-21/04/2018

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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