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O pequeno presidente do Palmeiras

“(…) o presidente do Palmeiras tem que ser tão grande quanto o clube”

(EMERSON SHEIK, em entrevista durante a comemoração do Paulistinha 2018)


Lamentável o comportamento de Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras, antes, durante e depois da decisão em que seu clube, com absoluta justiça, foi derrotado, em plena Arena Palestra, pelo Corinthians na final do Paulistinha.

Tirou o time de campo para não receber a premiação, proibiu comparecimento de jogadores à festa da FPF, concedendo, ainda, entrevistas indignas do tamanho do cargo que ocupa.

Pior foi ter condenado o árbitro da partida por um ato de decência e humildade: reconhecer grave erro, a marcação de penalidade inexistente para o Palmeiras, voltando atrás na decisão após ser alertado pelos auxiliares.

O que queria Galiotte ? Vencer com penalidade “roubada” ?

Aliás, pelo que se observou nas penalidades decisivas ao final do jogo, o aproveitamento dos jogadores do Palmeiras, entre os quais Dudu, que provavelmente realizaria a cobrança, nem era assim tão inspirador.

O Palmeiras, gigante, não merece estar nas mãos de um presidente tão pequeno, submisso aos desejos da patrocinadora do clube, incapaz de exercer comando num departamento de futebol nitidamente utilizado para facilitar negociatas com agentes de jogadores e sem a grandeza necessária de reconhecer uma derrota, apesar de dolorida, absolutamente dentro das regras do jogo.

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