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Eleição de presidente do CORI mostra que desembargadores não querem “largar o osso” no Corinthians

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Ex-promotor Carlos Senger

Logo mais à noite, o Corinthians realizará eleição para a presidência do CORI, órgão supostamente de excelência do clube, que tem por função analisar e orientar decisões a serem votadas, posteriormente, pelo Conselho Deliberativo.

Dois são os candidatos: o ex-promotor Carlos Senger e o desembargador Guilherme Strenger.

A candidatura do magistrado, que até outro dia ocupava a presidência do Conselho, indica bem o quão saboroso deve ser o “osso” servido no Parque São Jorge.*

Vale lembrar, há menos de um mês, outro desembargador, Ademir Benedito, elegeu-se vice do Conselho, sujeitando-se à presidência do deputado federal Antonio Goulart, político condenado por improbidade e desvios de verbas para ONGs.

Favorito à vitória, por conta a notória submissão dos membros eleitos à atual gestão, Strenger ficou marcado, nas eleições à presidência da diretoria alvinegra, por diversas lambanças, todas revertidas pelo TJ-SP.

Senger, ao menos, serviria de contraponto ao sistema.

Tem direito a voto na eleição do CORI:

Membros natos:

Ademir de Carvalho Benedito; Andrés Navarro Sanchez; Carlos João Eduardo Senger; Clodomil Antonio Orsi; Guilherme Gonçalves Strenger; Marlene Matheus; Mario Gobbi Filho; Mauro de Mello Oliveira Gasparian; Roberto de Andrade Souza e Waldemar Pires

Membros eleitos (até 2021):

Armando da Costa Pacheco; Antonio de Paiva Monteiro Filho; Aurélio de Paula; Claudio Faria Romero; Joaquim De Souza Gonçalves; Jose Antonio Avenia Neri; Pedro Luiz Soares; Roberson de Medeiros; Waldir Rozante; Yule Pedrozo Bisetto

*CORRIGIDO

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