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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A verdade assusta muita gente, porque são poucos os que realmente amam a verdade”

Adelmar Marques Marinho – pensador

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A clássica diagonal

Desde muito observei e observo o abandonar dos árbitros da clássica e correta diagonal; ou seja: cruzar o campo na maioria das vezes pelo lado esquerdo da equipe atacante, fator que lhe dá plena visão do assistente, das saídas da bola pela linha do fundo do lado que se encontra, das movimentações dos litigantes e possíveis infrações, vez que, a outra metade é vigiada por seu assistente

Erros e trombadas

O abdicar determinado pelos dirigentes da CA-CBF/federações está causando uma série de problemas dentro do campo de jogo, dentre estes: explicita omissão de alguns dos principais representantes das leis do jogo nos lances dentro das áreas, e tentativas, através gestos corporais, de passar a responsa para o assistente, além de provocar batidas da bola ou topadas corporais entre árbitros e atletas

Saída

Autocritica e determinação dos responsáveis para que os árbitros retomem o percurso da clássica diagonal, e fim de papo

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6ª Rodada da Serie A1 do Paulistão – 2018

Sábado 10/02

Ferroviária 2 x 2 Santos

Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza

Assistente 01: Marcelo Carvalho Van Gasse

Assistente 02: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa

Quarto Árbitro: Rodrigo Pires de Oliveira

Item Técnico

Apesar de terem cometido alguns deslizes, ponderei normal o atuar do árbitro e assistente 02, junto ao desempenho do assistente 01

Item Disciplinar

Advertiu e corretamente com cartão amarelo 04 defensores da Ferroviária e 04 santistas

Mirassol 0 X 2 Palmeiras

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira

Assistente 01: Daniel Paulo Ziolli

Assistente 02: Evandro de Melo Lima

Quarto Árbitro: Paulo Sergio dos Santos

Item Técnico

Os representantes das leis do jogo não foram exigidos

Item Disciplinar

Correto nos momentos das advertências com cartão amarelo para 05 defensores do Mirassol, o mesmo 01 do Palmeiras

7ª Rodada – Quarta Feira 14/02

Santos 2 x  0 São Caetano

Árbitro: Vinicius Furlan

Assistente 01: Vitor Carmona Metestaine

Assistente 02: Herman Brumel Van

Quarto Árbitro: Daniel Carfora Sottile

Item Técnico

Sem problemas

Item Disciplinar

Atuou corretamente quando da advertência com cartão amarelo para 01 defensor da equipe santista e 02 defensores do São Caetano

Corinthians 0 x 1 São Bento

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza

Assistente 01: Alex Ang Ribeiro

Assistente 02: Evandro de Melo Lima

Quarto Árbitro: Rodrigo Gomes Paes Domingues

Item Técnico

Deixou de marcar faltas claras perpetradas a sua frente, em outras, mesmo acertando, expressou ser rompante, como que: Sei tudo, sou a “otoridade”

Item Disciplinar

Acertou por ter advertido com cartão amarelo 02 defensores do Corinthians e 05 da equipe visitante; principalmente, aos quatro últimos, por faltas seguidas, objetivando impedir a progressividade dos atacantes corintianos

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Política

O abandono das cidades

Dinheiro existe, e muito. Faltam vergonha na cara, competência e espírito público

As pautas não estão dentro das redações. Elas gritam em cada esquina. É só pôr o pé na rua e a reportagem salta na nossa frente. Essa percepção, infelizmente, é a que mais falta aos jornais. Os diários perderam o cheiro do asfalto, o fascínio da vida, o drama do cotidiano. Têm o gosto insosso de hambúrguer em série.

O crescimento dos jornais depende de uma providência muito simples: sair às ruas, fazer reportagem. Só isso.

Você, amigo leitor, tem ido ao centro antigo de São Paulo? Faça o teste. É um convite à depressão. É uma cidade assustadora: edifícios pichados, prédios invadidos, gente sofrida e abandonada, prostituição a céu aberto, zumbis afundados no crack, uma cidade sem alma e desfigurada pelas cicatrizes da ausência criminosa do poder público. A cidade de São Paulo foi demitida por seus governantes. E nós, jornalistas, precisamos mostrar a realidade. Não podemos ficar reféns das assessorias de comunicação e das maquiagens que falam de uma revitalização que só existe no papel. Temos o dever de pôr o dedo na chaga. Fazer reportagem. Escancarar as contradições entre o discurso empolado e a realidade cruel. Basta percorrer três quarteirões. As pautas estão quicando na nossa frente.

Jornalismo é isso: mostrar a vida, com suas luzes e suas sombras. São Paulo, a cidade mais rica do País e um dos maiores orçamentos públicos, é um retrato de corpo inteiro da falência do estado.

Também o Brasil, um país continental, sem conflitos externos, com um povo bom e trabalhador, está na banguela. Os serviços públicos estão à deriva. Basta pensar na educação.

A competitividade global reclama crescentemente gente bem formada. Quando comparamos a revolução educacional sul-coreana com a desqualificação da nossa educação, dá vontade de chorar. A assustadora falta de mão de obra com formação mínima é um gritante atestado do descalabro da “Pátria Educadora” dos governos petistas.

Políticos sempre exibem números chamativos. E daí? Educação não é prédio. Muito menos galpão. É muito mais. É projeto pedagógico. É exigência. É liberdade. É humanismo. É aposta na formação do cidadão com sensibilidade e senso crítico.

O custo humano e social da incompetência e da corrupção brasileiras é assustador. O dinheiro que desaparece no ralo da delinquência é uma tremenda injustiça, uma bofetada na cidadania, um câncer que, aos poucos e insidiosamente, vai minando a República. As instituições perdem credibilidade numa velocidade assustadora.

Os protestos que tomaram conta das cidades precisam ser interpretados à luz da corrupção epidêmica, da impunidade cínica e da incompetência absoluta da gestão pública. Há uma clara percepção de que o Estado está na contramão da sociedade. O cidadão paga impostos extorsivos e o retorno dos governos é quase zero. Tudo o que depende do Estado funciona mal. Educação, saúde, segurança, transporte são incompatíveis com o tamanho e a importância do Brasil. Os gastos públicos aumentam assustadoramente. O número de ministérios ainda é uma piada.

São padrões de política em que a corrupção rola solta. A percepção de impunidade é muito forte. Ela empurra a democracia para uma zona de risco. Os governantes precisam acordar. As vozes das ruas, nas suas manifestações legítimas, esperam uma resposta efetiva, e não um discurso marqueteiro. A crise que está aí é brava. A gordura dos anos de bonança acabou. A realidade está gritando no bolso e na frustração das pessoas. E não há marketing que supere a força inescapável dos fatos. Os governos podem perder o controle da situação.

Campanhas milionárias, promessas surrealistas e imagens produzidas fazem parte da promoção de alguns políticos e governantes. Assiste-se, diariamente, a um show de efeitos especiais capazes de seduzir o grande público, mas, no fundo, vazio de conteúdo e carente de seriedade. O marketing, ferramenta importante para a transmissão da verdade, pode ser transformado em instrumento de mistificação.

Estamos assistindo à morte da política e ao advento da era da inconsistência. Os programas eleitorais vendem uma bela embalagem, mas, de fato, são paupérrimos na discussão das ideias.

Nós, jornalistas, temos um papel importante. Devemos dar a notícia com toda a clareza. Precisamos fugir do jornalismo declaratório. Nossa missão é confrontar a declaração do governante com a realidade dos fatos. Não se pode permitir que as assessorias de comunicação dos políticos definam o que deve ou não ser coberto. O jornalismo de registro, pobre e simplificador, repercute o Brasil oficial, mas oculta a verdadeira dimensão do País real. Precisamos fugir do espetáculo e fazer a opção pela informação. Só assim, com equilíbrio e didatismo, conseguiremos separar a notícia do lixo declaratório.

Transparência nos negócios públicos, ética, boa gestão e competência são as principais demandas da sociedade. Memória e voto consciente compõem a melhor receita para satisfazê-las. Devemos bater forte na pornopolítica. Ela está na raiz da espiral de violência que sequestra a esperança dos jovens e ameaça a nossa democracia.

As cicatrizes que desfiguram o rosto de São Paulo e do Brasil podem ser superadas. Dinheiro existe, e muito. Faltam vergonha na cara, competência e um mínimo de espírito público.

Jornalismo é a busca do essencial, sem adereços, qualificativos ou adornos. O jornalismo transformador é substantivo. Sua força não está na militância ideológica ou partidária, mas no vigor persuasivo da verdade factual e na integridade da sua opinião.

Façamos reportagem. Informação é arma da cidadania. E votemos bem. Seu voto, amigo leitor, pode virar o jogo.

Autor: Carlos Alberto Di Franco- é um advogado, doutor em comunicação e jornalista brasileiro – Publicado no Estadão do dia 12/02/2018

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Policia Federal

Enojador, descarado e deplorável, continua sendo o comportar subserviente do senhor Fernando Segovia atual diretor da Policia Federal para com políticos corruptos e exploradores do erário público, dentre estes: Michel Temer, José Ribamar, vulgo Sarney, Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Romero Jucá, Eliseu Padilha, assim como, outros semelhantes e membros das diversas quadrilhas instaladas no congresso, igualmente, nas diversas casas dos poderes executivos e legislativos deste corroído Brasil, brasileiro

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Finalizando

“Maligno é o que se passa em Brasília. Aquilo é pior do que um câncer”

Clodovil Hernandes – Clodovil Hernandes foi um estilista, ator, apresentador de televisão e político brasileiro

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-17/02/2018

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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