TJ-MG investigará sumiço de ação criminal, por estelionato, contra o agente Ângelo Pimentel, ligado ao Cruzeiro

Juiz Marcelo Fioravante

Durante a semana, o TJ-MG criou, após discussão em audiência pública, a “Correição Ordinária Geral”, em que sugestões, reclamações e, principalmente, denúncias poderão ser enviadas pela população à direção do Foro, que é dirigido pelo magistrado Marcelo Fioravante.

Logo de cara, o novo serviço, segundo soubemos, ter um problema para resolver.

No dia 19 de setembro de 2017, o TJ-GO enviou à 10ª Vara Criminal do Forum Lafayette uma representação, lavrada pela polícia goiana, investigando a prática de estelionato supostamente praticada pelo agente de jogadores Ângelo Pimentel – homem forte do Cruzeiro, que teria recebido dinheiro do pai de um jogador, prometendo, em troca empregar o garoto do Goiás.

O processo, segundo protocolo abaixo, foi recebido por funcionária do TJ-MG, sob matrícula 56461, porém, misteriosamente, desapareceu, caso este que precisa ser minuciosamente investigado pelo novo serviço, de ‘Correição”.

Votando ao caso de Pimentel, o agente cobrou R$ 35 mil, através de dois depósitos (R$ 25 mil e R$ 10 mil, respectivamente) em sua conta pessoal, prometendo a assinatura de contrato do jogador, filho de sua vítima, com o Goiás.

O compromisso nunca foi cumprido.

A ação foi enviada à Belo Horizonte, na 10ª Vara, que tem como juiz titular o Dr. Areclides José do Pinho Rezende, porque Pimentel reside em Minas Gerais.

Vale lembrar que não é a primeira vez que Ângelo Pimentel se mete em problema semelhante.

Em 2009, o empresário e seu grupo de “amigos” receberam R$ 130 mil do pai do atleta Chiquinho prometendo, sem cumprir, assinatura de contrato profissional com o Cruzeiro Esporte Clube.

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