Provável impugnação de Paulo Garcia coloca campanha de Andres Sanches em clima de velório

Quando o empresário Paulo Garcia, dono da Kalunga, lançou-se como candidato à presidência do Corinthians, foi grande a comemoração na campanha do deputado federal Andres Sanches.
“Vai tirar voto do Roque (Citadini)”, diziam.
No próximo dia 25 termina o prazo para Garcia defender-se, na Comissão Eleitoral, sobre as acusações de compra de votos, das quais é réu confesso.
Poucos acreditam em absolvição.
O clima, mesmo depois de livrar-se da impugnação, do candidato Andres Sanches e de seus correligionários, com a possibilidade de Paulo Garcia ser impugnado e o feitiço virar contra o feiticeiro (os votos migrarem para Citadini) é deprimente.
Se com todos na disputa, as pesquisas já colocavam o candidato da chapa “Corinthians mais Forte” na liderança, o quadro sem o dono da Kalunga tende a ampliar a diferença.
O fio de esperança da “Renovação e Transparência” é de que Paulo Garcia seja tratado com generosidade semelhante a de Eduardo Gaguinho, que todos tinham como impugnação certa, mas acabou sem punição.
