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Pai de goleiro do Corinthians detona Flávio Adauto: “narcisista e incompetente”

Em recente e desastrada entrevista, o diretor de futebol do Corinthians, Flávio Adauto, tratou o goleiro Matheus Vidotto com absoluto desrespeito, desdenhando do fato dele ser “o quarto goleiro” de “não ter jogado este ano”.

Disse ainda: “se fosse um Cassio, um Pablo… mas um quarto goleiro…isso é coisa pequena”.

Adauto tentava minimizar, com a falta de talento jornalistico (sua profissão original) que nunca possuiu, o então afastamento do goleiro, naquele momento, da equipe principal do Corinthians.

Em verdade, Viddoto era o terceiro goleiro, deveria ter entrado no lugar do contundido Walter na partida contra o Palmeiras, mas, basta rever o momento da substituição pelas imagens de tv para notar que o treinador Fabio Carille encosta no atleta e o questiona sobre, tudo indica, se haveria problema em colocar o quarto arqueiro, Caique França, com o que o garoto, em resposta gestual, consentiu.

O que mais poderia dizer ?

É obvio que um jovem goleiro, que passa o ano inteiro esperando para entrar em campo, ficaria chateado ao ver-lhe tolhida a oportunidade, mesmo que, em verdade, Carille tenha autoridade, mas talvez tenha faltado bom senso, para fazê-lo.

Se em nenhum momento, Matheus Vidotto reclamou publicamente da situação, seu pai, Claudinei, desabafou em mídia social, revoltado com o diretor Flavio Adauto:

“Matheus Vidotto foi completamente injustiçado em Rede Nacional!”

“O representante do clube…que deveria ser o Juiz disso tudo, mostrou-se completamente despreparado”

“Narcisista e incompetente…e sem nenhum motivo”

“Vocifera contra o jovem atleta… que veste a camisa do SCCP há 15 anos”

“Atleta que, ao não ser autorizado a entrar em campo para Substituir o companheiro lesionado …sentiu-se injustiçado”

“Ai entra em cena este senhor Boquirroto, que jamais utilizou uma chuteira na vida, e imaginando ser o arauto de toda a moral e bons costumes acusa o atleta de ser indisciplinado”

“Ora, ora Sr Boquirroto… Matheus Vidotto não lhe dirigiu a palavra…não ofendeu nenhum profissional que ali estava…reconhece as qualidades de seu companheiro de equipe que entrou em seu lugar ….não concedeu nenhuma entrevista e nem nota que tal criatura imbecil existe”..portanto Senhor… recolha-se a sua insignificância e pare de citar o nome do atleta e de Nossa Familia em seus devaneios ditatoriais…porque o senhor é NADA !”

Adauto ocupava o ostracismo, tanto no Corinthians quanto na imprensa (profissão na qual sempre teve má-fama), até ser indicado ao cargo de diretor de futebol (que somente assume no momento das entrevistas, porque, o diretor, de fato, é o ex-jogador Alessandro) pelo empresário Paulo Garcia – que precisava resguardar os negócios do irmão, Fernando, empresário de atletas dono de meio time.

No últimos anos, somente foi notado no clube ao ser acusado de embolsar comissão, procedimento que contraria o Estatuto, em negociações envolvendo a Coca-Cola, de quem era representante, com o então presidente Andres Sanches, notório recebedor de propinas (acusado pela PF e tratado por agentes de jogadores como “Taxinha”).

O hepta-campeonato do Corinthians, que tem tudo para ser confirmado nas próximas horas, demonstra, como bem disse o colega de profissão, Mauro Cezar Pereira, a “intangível vocação da vítória” de um clube que, há mais de uma década – situação semelhante à da Seleção Brasileira, é dirigido por gente que faz o submundo esportivo festejar de alegria.

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