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A impunidade em crimes contra comunicadores

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Por ARTIGO 19*

Nos últimos seis anos, cerca de 30 comunicadores foram assassinados no Brasil. Eram jornalistas, radialistas e blogueiros que pagaram com as suas vidas por realizar denúncias contra pessoas poderosas.

Em cerca de 70% desses casos, os suspeitos de cometerem esses crimes são autoridades públicas, mas em quase nenhum deles as investigações apontam para essas autoridades.

Tais dados representam um grave cenário para a liberdade de expressão e informação no país.

Este vídeo foi produzido pela ARTIGO 19 para o Dia pelo Fim da Impunidade em Crimes contra Comunicadores, celebrado em todo o mundo no dia 2 de novembro.

A narração é do jornalista Juca Kfouri.

*A ARTIGO 19 é uma organização não-governamental de direitos humanos que trabalha pela promoção da liberdade de expressão e informação. O escritório brasileiro é responsável pelos trabalhos da organização no país e na América do Sul.

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2 Responses to “A impunidade em crimes contra comunicadores”

  1. sandroso2015 Says:

    A impunidade está presente em todos os crimes, não só a vocês jornalistas, blogueiros etc…que bobagem.

  2. José Oliveira Says:

    E qual a punição que se faz aos jornalistas que mentem, difamam, se vendem e manipula a opinião pública?

    O site Brasil Paralelo é muito feliz quando afirma que após as empreiteiras, é a imprensa e seus jornalistas que mais são corrompidos no país. Porém, quantos aí foram presos ou indiciados? A Escola de Base, lembram-se? Vítima de jornalismo sensacionalista, quem pagou pela língua mentirosa?

    Parar com essa história de que jornalista é probo, ilibado, que não são, e digo ainda, raros podem bater no peito sobre isso, ou por descaramento mesmo ou por falta de ombridade de dizer não à sua redação.

    Se vivemos num país de merda, vamos agradecer muito a mídia e seus “jornalistas” que manipulam a opinião pública conforme seus interesses.

    Só no futebol, sem cavar muito, as duas maiores agências de propaganda e marketing do país tem ou tiveram como proprietários jornalistas que ficavam atrás do gol para dizer se a bola saiu em tiro de meta ou escanteio, uma inclusive sob as garras do FBI. Será que esse patrimônio foi possível apenas com o seus parcos salários recebidos?

    “Juro exercer a função de jornalista, assumir o compromisso com a VERDADE E A INFORMAÇÃO. Atuar dentro dos princípios universais de justiça e democracia, garantir principalmente o DIREITO DO CIDADÃO À INFORMAÇÃO. Buscar o aprimoramento das relações humanas e sociais, por meio da crítica e análise da sociedade, visar um futuro mais digno e mais justo para todos os cidadãos brasileiros. Assim eu juro”.

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