Mala Branca, Cruzeiro e Corinthians

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O UOL revela que jogadores do Cruzeiro teriam recebido R$ 500 mil, a serem distribuídos ao grupo de atletas, oriundo de “mala branca” (incentivo para vencer uma partida de futebol), ofertada por terceiros, para dificultar a vida do Palmeiras, que, em caso de vitória, ficaria mais perto da liderança do Brasileirão.

A reportagem ouviu o Corinthians, maior beneficiado com o empate em dois a dois, que negou a iniciativa, enquanto o Cruzeiro preferiu não se pronunciar.

Em regra, esse tipo de acordo costuma ser acertado entre ex-funcionários do clube pagador (atletas, treinadores e dirigentes) com representantes dos atletas da agremiação felicitada.

Por coincidência, acaba de ser empossado na gestão de futebol do Cruzeiro, o agente de jogadores Marcelo Dijian, preposto do deputado federal Andres Sanches (PT), há mais de uma década, em transações de jogadores.

Outro amigo do parlamentar, conhecido por não se opor a determinadas tratativas extra-campo, além de provável beneficiado com a quantia, é o treinador Mano Menezes.

E sendo verdade, apesar de corriqueira, a prática é imoral e remete a possibilidade, também, daqueles que aceitaram dinheiro para cumprir a obrigação (pela qual são pagos com salários astronômicos), de também fazê-lo, discretamente, no sentido inverso.

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3 Replies to “Mala Branca, Cruzeiro e Corinthians”

  1. Brasil, pais do jeitinho. Jogadores do Cruzeiro ganham para honrar as cores do seu clube. Afinal é quem paga seus ( ótimos por sinal, ) salários. a prática é imoral, e ilegal, já que é um valor alto e não declarado. Depois o brasileiro reclama de seus políticos, dos funcionários públicos, da lentidão da justiça, do guarda de trânsito. Se o povo não mudar, o pais não vai mudar. simples.

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