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“Non Ducor Duco”: Citadini promete Corinthians dando as cartas no futebol a partir de 2018

“Non Ducor Duco” é uma expressão em latim, que significa “não sou conduzido, conduzo”, presente no brasão da cidade de São Paulo, município que, há décadas, comporta-se como locomotiva do Brasil.

Em reuniões de campanha, nas conversas no Parque São Jorge e, agora, frequentemente em entrevistas, o candidato a presidente do Corinthians, Roque Citadini, demonstra objetivo claro que se contrapor aos desmandos e excessos de Federações e Confederações, no Brasil e também na América Latina.

Diz, em resumo, a seus pares:

“O Corinthians é enorme, mas seus dirigentes pequenos… não pode ser assim. O clube tem condições de dar as cartas no futebol brasileiro, sul-americano e mundial. A partir de 2018, as coisas vão mudar”

O dirigente tem planos audaciosos, entre os quais obrigar a CBF a refazer o Estatuto, que retirou poder dos clubes em favorecimento às Federações:

“É um absurdo… as Federações são escritórios da CBF… seus dirigentes sobrevivem de verbas da entidade… as Federações sequer são reconhecidas pela FIFA… o Corinthians não votará nas eleições da CBF se o estatuto permanecer assim”

Outra iniciativa prometida pelo cartola é a de batalhar para um novo campeonato continental, em moldes absolutamente diferentes do que se observa nos dias atuais na Libertadores, com clubes de pouca relevância disputando o torneio, cada vez mais nivelado por baixo.

A ideia é a criação de uma Liga Americana, em que Corinthians e Flamengo teriam vaga fixa (como clubes fundadores, por conta do interesse de público e televisão), outras duas seriam abertas para, em exemplo, campeões brasileiros e da Copa do Brasil, procedimento semelhante na Argentina (com Boca e River – fundadores – e mais dois), reduzindo o contingente em países sul-americanos com equipes menos importantes, acrescentando agremiações dos Estados Unidos e México.

“Neste formato, que seria tocado por profissionais acostumados a realizar grandes eventos (provavelmente americanos), teriamos uma nova Libertadores, mais relevante, somente com clubes de ponta, disputada em estádios decentes (muitos jogos ocorreriam nos EUA), sem perder o critério técnico de classificação, mas garantindo a presença dos times que todo mundo que ver jogando (tv, público e anunciantes).”

Anteontem, em entrevista ao canal BANDSPORTS, Citadini falou sobre o embate que terá com a CBF no assunto “estatuto”:

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