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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Os insensatos, que acreditam serem sábios, são inimigos de si mesmos; fazem más ações, das quais, por fim, só colhem frutos amargos”

Textos Budistas

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Cruciante  

O nível do trabalho dos árbitros desde o inicio do Brasileirão aborrece e muito aos amantes do futebol, vez que: nada assumem, sobretudo, quando dos lances ocorridos dentro da grande e pequena área; mesmo que os veja, se faz de migué, alguns deles, na vaselina e cara de pau, empurram a responsa para o assistente ou árbitro adicional

Movimentação

Desde muito tenho observado que os árbitros não fazem a antiga e famosa diagonal, passagem que lhes faculta o total domínio dos lances, vez que estão de frente para o assistente e atrás da linha da disputa pela bola

Injunção

Certamente a responsabilidade dos árbitros não exercitarem a diagonal deve ser do politiqueiro e todo poderoso Sérgio Correa da Silva e sua patota de sabidões

Sabujos

Os botos-brancos do apito são conhecedores que a diagonal continua sendo a melhor opção para o bom desenvolvimento do trabalho, no entanto, para não desgostar seus superiores, dobram seus corpos para garantirem futuras escalas

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14ª e 15ª Rodadas da Série A do Brasileirão – 2017

Sábado 15/07

Corinthians 2 x 2 Atlético-PR

Árbitro: Sandro Meira Ricci (FIFA-SC)

Item Técnico

Prejudicou a equipe atleticana por não ter marcado a claríssima penalidade máxima no momento em que o corintiano Moisés pisou no peito do pé direito do oponente Jonathan, travando sua movimentação

Ressaltando

O acima ocorreu em espaço aberto, na linha do poste de trabalho do adicional, como também sob as vistas do árbitro, que, deveria ter chamado pra si a decisão, em não o fazendo, sutil e lamentavelmente, passou a responsa pro adicional

Item Disciplinar

Neste item Sandro Meira Ricci dominou e bem, por este motivo: zero de cartões

Domingo 16/07

Palmeiras 4 x 2 Vitória

Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ)

Item Técnico

Para ser ruim, este boto-branco do apito tem que melhorar e muito; explico:

– No momento em que o placar apontava 1×0 para a equipe visitante, em uma disputa pela bola o defensor palmeirense Mina estando dentro da área defensiva do Vitória, cometeu falta no oponente Wallace; na cara dura, o assoprador marcou penalidade máxima pro alviverde, batida por Roger Guedes, convertida no empate de 1×1

Pouco a frente conseguiu agredir as leis do jogo por duas vezes:

1ª – Deixou de marcar a penalidade máxima do atleta Wallace, defensor do Vitória no palmeirense William

2ª – Não marcou a penalidade máxima cometida por Egídio, defensor do Palmeiras, no oponente Patrick

Fora os acima o boto-branco do apito não teve nenhum critério na interpretação e aplicação das leis do jogo

Item Disciplinar

Aceitável as advertências para os 02 palmeirenses e 03 dos defensores do Vitória

15ª Rodada – Quarta Feira 19/07

Avaí x Corinthians

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

Item Técnico

Não influenciou no resultado, no entanto, inverteu e deixou de marcar faltas

Item Disciplinar

Meia boca

Recaída

Nas duas ultimas arbitragens Wilton Pereira Sampaio esteve bem; nesta, me fez lembrar suas antigas apresentações, ou seja:

–  fosse jogo nervoso o bicho iria pegar

Flamengo x Palmeiras

Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)

Item Técnico

Como sempre Jailson Macedo de Freitas deixou de marcar e inverteu faltas, para confirmar a fraquíssima atuação, cometeu dois erros capitais:

1º – No lance que antecedeu a jogada findada no primeiro gol da equipe alviverde, o assoprador de apito deixou de marcar falta do palmeirense Mina no flamenguista Guerreiro

2º – Não sinalizou a penalidade máxima do palmeirense Mina, no instante que deslocou o flamenguista Guerreiro

Acertou

Por ter marcado penalidade máxima cometida por Michel Bastos defensor palmeirense, no oponente Geuvânio; infração cobrada por Diego, defendia Jailson, goleiro da equipe alviverde

Item Disciplinar

09 amarelos para palmeirenses e 02 para flamenguista

Defino

Rir é melhor que chorar

Politica

Reforma política só vale a pena se for profunda

O Brasil precisa de uma reforma política, mas o Congresso pode não estar à altura do trabalho

A comissão parlamentar que discute a reforma política começará a avaliar no início de agosto a proposta do deputado Vicente Cândido (PT-SP). A percepção geral é de que o Congresso aprovará mudanças no sistema eleitoral e partidário, mas não está claro se este é o momento ideal, nem se o resultado será produtivo.

Não há questionamentos quanto ao fato de que o Brasil precisa reformar seu sistema político. Sintomas dessa necessidade não faltam. Há no país uma profusão de partidos, muitos deles considerados de “aluguel”, sempre de olho no fundo partidário e no tempo de tevê. O sistema de votação para o Legislativo, com eleição proporcional em lista aberta, pode evoluir. Temas como as coligações e o financiamento das campanhas precisam ser revistos, assim como uma cláusula de barreira deveria ser estipulada.

Se a necessidade é inegável, é preciso avaliar o momento político. O atual Congresso poderia aproveitar seu último ano para deixar como legado um novo sistema eleitoral para as eleições municipais de 2020 e, mais importante, para as eleições nacionais de 2022. Quanto antes as mudanças são discutidas e informadas à sociedade, maiores as chances de serem bem compreendidas – principalmente quando se trata de alterações na forma de votação.

A realidade, no entanto, é mais complexa. O atual Congresso convive com denúncias de corrupção que estão intimamente ligadas ao processo eleitoral e pensa em uma reforma para o curto prazo. O instinto de sobrevivência dos congressistas tende a se sobrepor às necessidades de longo prazo do país. Não é por acaso que o ponto central da discussão hoje é a criação do Fundo para o Financiamento da Democracia (FFD), que em 2018 adicionaria R$ 3,6 bilhões ao caixa dos partidos políticos.

Outra demonstração do oportunismo que ronda o debate é a absurda

“Emenda Lula”, uma ideia acatada pelo relator da reforma que parece ter sido desenhada para beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta é que seja proibida a prisão de candidatos até oito meses antes das eleições – prazo que atualmente é de 15 dias. De acordo com o texto, o postulante a cargos públicos teria de se habilitar na Justiça Eleitoral em fevereiro do ano eleitoral como pré-cadidato e a confirmação do salvo-conduto teria de ser feita até o fim de abril. Na prática, sua aceitação pelo Congresso pode colocar uma limitação importante à eficácia da Lei da Ficha Limpa.

Se fosse capaz de se livrar do interesse de autopreservação, o Congresso teria condições de entregar uma reforma produtiva. Um sinal disso é que o relatório em debate traz pela primeira vez a possibilidade de o Brasil adotar o sistema do voto distrital misto nas eleições legislativas. Esse é o melhor modelo de votação porque combina a representação de grupos dispersos – que não formam a maioria em uma determinada região – com a eleição de legisladores que realmente representam a vontade de uma maioria em uma área, criando-se laço muito forte entre o eleitorado e representantes. É também um sistema que permite campanhas mais baratas.

A visão sobre financiamento das eleições, porém, teria de amadurecer. A tendência atual é de se erguerem ainda mais barreiras ao financiamento privado, com a manutenção do veto às doações de empresas e um teto bastante limitado às pessoas físicas. Expulsar as contribuições privadas acarreta o risco de não se permitir o surgimento de novas forças políticas fora dos partidos tradicionais, os maiores beneficiados com o superfundo eleitoral em debate no Congresso. E nada garante que o famigerado caixa dois será extinto com isso.

Também parece haver pouca disposição no Congresso em mexer nas estruturas partidárias, para torná-las mais democráticas. O fim das coligações e a revisão das cláusulas de barreira, temas extensamente discutidos e sobre os quais seria possível construir uma proposta de consenso em pouco tempo, seriam medidas nessa direção. Nada disso é contemplado diretamente pelos relatórios que serão colocados em debate. A maior nos textos é dividir o dinheiro vindo do Tesouro de forma a beneficiar as grandes legendas.

O desafio de uma boa reforma política é encontrar uma fórmula que estimule a abertura à maior participação do eleitorado e delimite o funcionamento dos partidos. Nosso sistema atual é disfuncional por dar demasiado poder aos caciques das legendas e não criar laços entre o eleitorado e seus representantes. O momento para a elaboração das mudanças seria bom, não estivesse o Congresso concentrado em apenas conseguir mais dinheiro para as campanhas.

Editorial do Jornal Gazeta do Povo publicado no dia 21/07/2017

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Finalizando

“A sociedade de hoje respira política, então se o sinônimo de política for corrupção, prefiro morrer”

George Aguiar – pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-22/07/2017

Ouça abaixo os programas “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foram ao ar pela rádio Rock n’ Gol:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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