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Democracia e Ditadura convivem juntas na “Lava-Jato” do Corinthians

De maneira inusitada, o Corinthians conseguiu unir numa mesma chapa de candidatos ao Conselho Deliberativo, a “Lava-Jato”, dois símbolos que, dentro do clube, são reconhecidos por comportamentos políticos absolutamente antagônicos.

Roberto William Miguel, líder do grupo, defende o Hamas, o Estado Islâmico, a volta da Ditadura Militar, a pena de morte, entre outras posições conservadoras.

Em contrapartida, o ex-jogador Wladimir, que aderiu à chapa na última semana, foi um dos líderes, ao lado de Sócrates e Casagrande, da famosa “Democracia Corinthiana”, movimento que seguia pelo sentido absolutamente inverso.

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A agenda de combate à corrupção na administração alvinegra seria, talvez, a única convergência nítida nos discursos.

Mensagem enviada pelo ídolo alvinegro, por wathsapp, ao Blog do Paulinho, diz:

“Boa tarde, me sinto honrado pelo convite de participar desta chapa Lava jato.”

“Entendo ser a oportunidade de poder contribuir na medida das minhas possibilidades juntamente com pessoas que assim como eu acreditam numa gestão democrática e consequentemente atendendo as expectativas na nação corinthiana… “

“Principalmente num momento em que o pais precisa ser passado a limpo…”

As postagens de Roberto, no facebook, fora do assunto “Corinthians”, explicam-se por si:

EM TEMPO: Roberto William Miguel, após a postagem, enviou a seguinte mensagem:

“Não importa a sua forma de pensamento desde que seja única exclusivamente para o bem do Corinthians. Corinthians acima de TUDO.”

Em segundo contato, emendou:

“Não defendo hamas, nem Estado Islâmico, mas sim o islamismo por ser muçulmano”

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