Sobre o “épico” Palmeiras e Cruzeiro

Palmeiras e Cruzeiro empataram em três a três pela Copa do Brasil em partida com ares “épicos” por conta do clube mineiro, fora de casa, ter saído à frente com três a zero, quase tomando a virada no período final.

Em análise fria, concluímos:

  • é nítida a falta de regularidade de ambas as equipes, com boa parte dos gols oriundos de falhas inadmissíveis de setores defensivos, quando não fracos, mal cobertos pelo meio-campo.
  • Mano Menezes realiza trabalho medíocre; Cuca ainda tenta montar um time;
  • a vantagem de jogar numa Arena com a atmosfera da Palestra é nítida e foi responsável, certamente, diante de um adversário moralmente enfraquecido, por boa parte da recuperação palestrina;

Por fim. apesar de muitos terem relembrado, foi bom que o empate permaneceu no marcador, evitando comparações com o jogo, este sim inesquecível, em que Romário fez chover no antigo Parque Antártica, em virada do Vasco da Gama contra o Palmeiras, pela extinta Copa Mercosul de 2000.

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2 respostas para Sobre o “épico” Palmeiras e Cruzeiro

  1. Paulinho, com todo respeito, vamos aos fatos: o Vasco era muito melhor que o Palmeiras, a reação começou com dois penaltis muito discutíveis,e, claro, no final Romário estava no lugar certo. Ontem, são dois times equivalentes. Para o palmeirense, ficou demonstrado que o time tem brio. Nesse ano, não foi a primeira vez que fez isso. Lembre-se do Peñarol (primeira derrota de um time uruguaio após estar ganhando de 2×0). Importante que foi jogo que mexeu com todos.

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