O covarde e permissivo Conselho Deliberativo do Palmeiras

Reportagem do UOL, de ontem, documentou o que já era conhecido publicamente: o Palmeiras rasgou a honra e as Leis alviverdes ao permitir que Madame Leila Pereira, esposa do dono da Crefisa, concorresse, com posterior vitória, ao cargo de conselheira do clube, sem comprovação alguma, documental, de regularidade para tal.

Quase um comportamento de prostituta (desta vez do alviverde) diante do endinheirado propositor de vantagens.

Registrou-se, para vergonha palestrina, a prática do coronelismo, em que a voz de um, mesmo claramente sem razão, no caso o “capo” Mustafá Contursi, se sobrepôs ao estatuto e aos acovardados conselheiros palestrinos.

Mesmo entre os que, a princípio, se opuseram, ninguém teve coragem de, na Justiça, reclamar da evidente imoralidade.

Alguns, pior, adotaram a repulsiva prática do “não pode vencê-los, junte-se a eles”.

O Palmeiras, clube de grandeza desmedida, está nas mãos de gente pequena, covarde e permissiva aos maiores absurdos.

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