Gesto de Fernando Haddad foi raro, mas firmado sob areia movediça

Rara foi a iniciativa do ex-Prefeito Fernando Haddad (PT), à época dos fatos ocupante do cargo, no episódio em que deu luz à Corregedoria do Ministério Público de São Paulo sobre denúncias recebidas dando conta de possível ato ilícito de promotor.

Difícil lembrar de gesto semelhante doutro governante.

Exemplo mais recente se deu na Presidência da República, em que Michel Temer escutou relato de crime de Joesley Batista, dono da JBS, e não apenas consentiu com a conversa, como guardou para si, em ato de prevaricação, seu teor criminoso.

A única ressalva é que Haddad, em próxima oportunidade, precisa avaliar melhor a origem das informações.

Convenhamos, qualquer denúncia de corrupção oriunda de gente com o histórico do deputado federal Andres Sanches (PT) e da construtora Odebrecht (ambos investigados pela Operação Lava-Jato), precisa ser direcionada aos órgãos fiscalizadores com o apontamento adequado de suspeição.

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