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Ministro da Fazenda de Dilma Rousseff trabalhou para que Banco do Brasil facilitasse a vida do Corinthians

Em 11 de fevereiro de 2012, o presidente do Corinthians era o delegado Mario Gobbi, indicado pelo antecessor, Andres Sanches, que, oficialmente, deixava de possuir cargo no clube.

Daí por diante, os documentos referentes às obras do estádio em Itaquera passaram a ser assinados, quando não pelo mandatário alvinegro (o primeiro deles, em 15 de junho de 2012), sempre por Raul Corrêa da Silva (diretor financeiro) e, vez por outra, por Roberto Andrade (diretor de futebol).

Porém, era Sanches que participava das decisões mais importantes sobre o negócio, principalmente as que envolviam recursos financeiros.

No dia 26 de outubro de 2012, segundo trecho de agenda do presidente da construtora, Marcelo Odebrecht, este reuniu-se com Andres Sanches, levando a tiracolo o Ministro da Fazenda Guido Mantega, para conversa com o então presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, na sede da instituição, á Avenida Paulista nº 2163 – 7º andar.

Foi uma hora e meia de tratativas, compreendida entre 15h30 e 17h, com objetivo de pressionar o banco a intermediar o empréstimo de R$ 400 milhões do BNDES para o Corinthians.

A operação foi exitosa, porém, quando os contratos já estavam liberados, na última hora, diante de fatos ainda inexplicados, o intermediador foi trocado pela CAIXA, que hoje se vê com dificuldades para justificar, tecnicamente, a negociação.

Porém, outra ação de empréstimo, de R$ 150 milhões, tratada como “ponte”, foi efetivada, com anuência da presidência do BB.

Deste, o Corinthians figura como responsável pelo pagamento.

O dinheiro, foi justificado como necessário para dar andamento às obras por conta do atraso do repasse do BNDES, que, segundo auditoria, somente ocorreu pela não apresentação de documentos, no prazo correto, pela Odebrecht.

Levando-se em consideração que os pagamentos de vantagens indevidas, listados pela Operação Lava-Jato, a dirigentes do Corinthians iniciaram-se no mesmo período, há margem para diversas conjecturas.

O encontro, em si, do Ministro mais relevante do Governo Dilma Rousseff (que, meses depois, seria detido pela Operação Lava-Jato) com o dono de construtora que, sabe-se agora, era pagador de propina contumaz no intuíto de atingir seus objetivos e do ex-presidente do Corinthians (acusado de receber vantagens indevidas), que sequer tinha representatividade oficial (cargo) dentro do clube, às portas fechadas com o Banco do Brasil demonstra bem como o Governo do PT agiu para facilitar crimes envolvendo as obras do estádio de Itaquera.

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3 Respostas to “Ministro da Fazenda de Dilma Rousseff trabalhou para que Banco do Brasil facilitasse a vida do Corinthians”

  1. Paulo Pacato Says:

    o paulinho a empresa orion embalagem ta lista dos politicos pilantra que querem perdao da divida junto ao governo . deve mais 17 milhoess. vai la no site antagonista q voce vai ver o nome do andres bandido sanches https://cdn.oantagonista.net/uploads%2F1493943467706-Nota_Di%CC%81vidas_Parlamentares_Federais.pdf

  2. Paulo Pacato Says:

    https://cdn.oantagonista.net/uploads%2F1493943467706-Nota_Di%CC%81vidas_Parlamentares_Federais.pdf

  3. Andres Sanches e Marcelo Odebrecht reuniram-se com presidente do Banco do Brasil, preso pela “Lava-Jato” | Blog do Paulinho Says:

    […] Ministro da Fazenda de Dilma Rousseff trabalhou para que Banco do Brasil facilitasse a vida do Cori… […]

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