Convocação da Seleção Brasileira para jogo beneficiente não tem a menor importância

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Ontem, logo após a convocação da Seleção Brasileira pelo treinador Tite, que levou apenas jogadores que atuam no Brasil para disputar jogo contra a Colômbia, em solidariedade às famílias de vitimados no acidente da Chapecoense, críticas severas começaram a ser publicadas, tanto por jornalistas quanto pelos torcedores (em mídias sociais).

“Só levou cariocas”, “fulano de tal não é jogador de seleção”, “está favorecendo empresário”, etc.

Faltou, porém, aos indignados a contextualização.

É obvio que a “Seleção Brasileira” convocada está mais para um “combinado festivo”, que vestirá o uniforme da CBF apenas para garantir a arrecadação (objetivo maior do evento).

Tite levou atletas mais identificados com o local da partida (Rio de Janeiro) e outros, apesar de fracos ou medianos, mais midiáticos.

Além disso, levando-se em consideração os jogadores disponíveis por aqui, uma ou outra alteração em nada mudaria, substancialmente, o resultado final.

Qualquer análise técnica mais profunda sobre os convocados e o futuro deles na Seleção (apesar de, eventualmente, algum poder surpreender) é descontextualizar a realidade, dando peso maior ao que não possui (tirante o objetivo filantrópico) a menor importância.

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