Mustafá Contursi não consegue comprovar legalidade da “linda mulher” no Palmeiras

“Existiu muita especulação sobre isso, mas eu nem posso ser presidente (do Palmeiras) agora. Acabei de me tornar sócia e o estatuto determina que o candidato precisa ter sido conselheiro por pelo menos dois mandatos.”
(LEILA PEREIRA, apelidada “Uma Linda Mulher”, esposa do proprietário da CREFISA, em 2015, concedendo entrevista ao Diário de São Paulo)
O ex-presidente do Palmeiras, dono da moral e dos atos de boa parte dos conselheiros palestrinos, faltou com a verdade ao dizer que concedeu à esposa do proprietário da Crefisa, Leila Pereira, famosa pelo apelido “Uma Linda Mulher”, o título de associada do clube, anos atrás.
É desmentido pela própria, em recente entrevista ao Diário de São Paulo.
Nos bastidores, Mustafá, até o momento, não conseguiu apresentar provas de suas alegações, mas, ainda assim, exige que seus “comandados” estuprem o Estatuto do clube, ratificando a candidatura, irregular, da ex-jornalista ao Conselho Deliberativo.
Estaria a honra palestrina com valor pré-fixado nos patrocínios pagos pela Crefisa ao clube ?
Imaginem se, anos atrás, no auge da parceria com a Parmalat, o Palmeiras tivesse trabalhado para eleger presidente o dono da multinacional de laticínios, preso, posteriormente, acusado por diversos crimes na Itália, entre os quais, lavagem de dinheiro… valeria a pena ?
