Lusa terá vice de futebol irregular e gestor “mecenas”, padrinho de casamento do presidente

O “Lobo” e as “organizadas”

O novo vice de futebol da Portuguesa (segundo cargo mais importante), escolhido pelo recém eleito presidente Alexandre Barros,  será Orlando Cordeiro de Barros, de triste passado no clube.

Segundo o Estatuto da Lusa, quem, seja lá por quais razões, tenha processado a instituição, está impedido de assumir cargos diretivos.

Cordeiro manteve famoso litígio no caso “Tabacow”.

No passado, ocupando cargo no Marketing, incluiu empresa de sua propriedade para intermediar negócios na Portuguesa, recebendo polpudas e nem sempre transparentes comissões (uma delas, objeto de ação judicial).

Observa-se que a “renovação” de procedimentos, proposta pelo então candidato Barros, seguiu o lema “gattopardista”, frequentemente utilizado pelos que almejam o poder em meio a dicursos populistas e bem calculados: “mudar, para permanecer como está”.

Pequena passada de olhos noutros dirigentes propostos pelo presidente, ligados a velhas raposas do clube (entre os quais Manoel da Lupa) evidencia bem a realidade.

EM TEMPO: Luis Iaúca (outro velho conhecido), padrinho de casamento do presidente, será colocado no cargo de “gestor de futebol”, em verdade uma adaptação para a função que será executada, a de “mecenas”, o que, por si, revela claro conflito de interesses.

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