A irreparável injustiça ao Grêmio

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O STJD, que tem presidente investigado por facilitar fraude no departamento de registros da CBF, e que não se opõe ao Tribunal utilizar-se de prédio bancado pela Casa Bandida, decidiu que o Grêmio não poderá disputar a final da Copa do Brasil em seus domínios por conta de um gesto impensado da filha do treinador Renato Gaúcho, que invadiu o gramado logo após a classificação da equipe.

Existe a Lei a a Justiça (que por vezes se conflitam), razão pela qual há a necessidade de qualquer magistrado minimamente decente, seja capaz de contextualizar os fatos, e, principalmente, dar a medida exata dos prejuízos supostamente ocasionados pela atitude irregular.

Carol errou por emoção, em clara demonstração de amor ao pai, e, nem de longe, pode ser tratada com o peso, por exemplo, de um invasor de torcida “organizada”, estes sim marginais, o que a moça certamente nunca será.

Se seria justo punir o Grêmio, rigorosamente, em caso de desvios de conduta de torcedores, no caso da garota, o exagero é evidente.

No máximo, se tanto, o clube deveria ser multado, mas em hipótese alguma tolhido de direitos conquistados dentro da quatro linhas.

Até o Atlético/MG, tão gigante quanto, adversário da equipe gaúcha, deveria (mas não sei se vai) insurgir-se contra uma atitude tão reprovável, antidesportiva, que em vez de facilitar os caminhos do clube, como a princípio se imagina, tratará de manchar uma conquista (se ela acontecer) com acusações infundadas da qual o clube não tem responsabilidade.

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