Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

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apito limpo

“Chega-te aos bons, serás um deles, chega-te aos maus, serás pior do que eles”

Sabedoria popular

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CA – CONMEBOL

1

No início do ano, Arnaldo Cesar Coelho, comentarista e ex-árbitro, divulgou que, o também ex-árbitro e instrutor FIFA, Wilson Luiz Seneme, até então, um dos componentes da CA-CONMEBOL, havia sido nomeado presidente

Na mureta

Ao que sei, posteriormente, quando de um evento da CA-CBF, Seneme não confirmou ou desmentiu, como bom dançarino, ficou em cima do muro dizendo: fui sondado

Sancionado

No dia 04/08/2016, Alexandro Domingues, presidente da denominada nova CONMEBOL, confirmou Wilson Luiz Seneme nas presidências da comissão de Árbitros e  Desenvolvimento

Comissão de Árbitros

Rodolfo Otero  Argentina) – Óscar Julián Ruiz (Colômbia) e Jorge Larrionda (Uruguai)

Comissão de Desenvolvimento

Hugo Muñoz Báez (Chile) – Ubaldo Aquino (Paraguai) e Alberto Tejada (Peru)

Conclusão

Por ter acolhido o convite, como também, seus colaboradores, que, confio, não ter selecionado, Wilson Luiz Seneme, que não é nenhum calouro sobre o que ocorreu e ocorre nos imundos bastidores, avaliou o passado, presente e futuro de todos; com isso, corre o risco de perder sua razoável independência e credibilidade

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21ª Primeira Rodada da Série A do Brasileirão – 2016

Domingo 21/08

Palmeiras 2 x 2 Ponte Preta

Árbitro: Heber Roberto Lopes (FIFA-SC)

Item Técnico

Deveria e poderia ter sinalizado penalidade máxima quando do lance antecedente ao gol da Ponte, por este fato, Heber Roberto Lopes não foi contestado, vez que, no lance seguinte, ocorreu o tento da equipe campineira

Item Disciplinar

Aceitável

Posicionamento

Como sempre mal colocado, em algumas ocasiões atrapalhou o atleta que estava em poder da redonda

Teatro

Heber Roberto Lopes deve estar cursando alguma escola de arte cênica, por várias vezes, conversou e gesticulou para os atletas, como que, justificando suas decisões

Coritiba-PR 2 x 1 Santos

Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva (ESP-SE)

Item Técnico

Poucos erros; no todo: não foi exigido

Item Disciplinar

Aceitável

Segunda Feira 22/08

Corinthians 2 x 1 Vitória-BA

Item Técnico

Pouco exigido. Não teve influência no resultado

Item Disciplinar

Total de 06 cartões amarelos – sendo dois para atletas do Corinthians e 04 da Ponte Preta, corretamente exibidos

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Politica

O lorotário da ‘presidenta’

dilma expulsa

De lorota em lorota, Dilma tenta adiar o ostracismo o quanto pode à custa da Nação

O comparecimento da presidente afastada, Dilma Rousseff, ao julgamento de seu impeachment foi agendado e ela tratou na semana passada com o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), do rito a ser adotado na sessão. Foi-lhe atribuída a intenção de reverter a crônica da condenação anunciada com um discurso capaz de constranger oito dentre os julgadores, que foram seus ministros, a votar por sua volta, depois de terem aprovado a pronúncia dela na votação anterior. Eles figuraram entre os 55 favoráveis a seu afastamento, e não entre os 21 que decidiram paralisar o processo, menos da metade dos 43 necessários (metade mais um).

O crítico severo poderá achar destemperado o gesto, o que condiz com seu temperamento tempestuoso. Mas é contrário a todas as leis da probabilidade e da lógica. Pois é Dilma a maior responsável pelo calvário que ela mesma, seu criador, Luiz Inácio Lula da Silva, e o Partido dos Trabalhadores (PT), de ambos, estão vivendo neste agosto de seu desgosto. Em março de 2014 o Estadão publicou documentos, até então inéditos, revelando que em 2006, quando era ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, ela aprovou a compra onerosa de 50% de uma refinaria da belga Astra Oil em Pasadena, no Texas (EUA). Divulgada a notícia, explicou a discutível decisão dizendo que só a apoiou por ter recebido “informações incompletas” de um parecer “técnica e juridicamente falho”. Sua primeira manifestação pública sobre o tema foi chamada, e com toda a razão, de “sincericídio”.

Pois às vésperas de se impor como candidata à reeleição presidencial, contrariando a vontade de Lula, responsável por sua eleição em 2010, Dilma acendeu o estopim de uma bomba que viria a explodir no colo de ambos, ao delatar e encalacrar o ex-diretor internacional da petroleira, Nestor Cerveró. Aí, este, como delator premiado na Operação Lava Jato, virou um algoz de que Lula e ela não se livraram e, ao que tudo indica, nunca se livrarão.

A expulsão de Lula do páreo provocou ressentimento nesse patrono de seus triunfos. Apesar de tudo, Dilma reelegeu-se. Mas isso complicou seu desempenho no cargo em quase todas as decisões importantes que tomou, ou deixou de tomar. Ela obteve 51,64% dos votos e Aécio Neves, do PSDB, 48,36%. A diferença foi de 3,4 milhões. Essa foi a menor margem de sufrágios em segundo turno desde a redemocratização. No entanto, ela reagiu como se tivesse obtido a votação total. Em contraste com a atitude educada do opositor, que a saudou pela vitória, afirmou: “Não acredito que essas eleições tenham dividido o País ao meio.” Assim, inaugurou uma falsa aritmética, na qual o mais sempre vale tudo.

Seu primeiro erro fatal, após empossada pela segunda vez, foi atender a seus espíritos santos de orelha Cid Gomes e Aloizio Mercadante Oliva, entrar na fria de enfrentar Eduardo Cunha e o PMDB do vice eleito com ela, Michel Temer, e apoiar Arlindo Chinaglia (PT-SP) na disputa pela presidência da Câmara. Perdeu no primeiro turno por larga maioria, na primeira de uma série de derrotas que, mesmo nas vezes em que teve apoio de menos de um terço, ela nunca aceitou.

Tentando corrigir esse erro, ela prometeu os votos do PT no Conselho de Ética da Casa para evitar a punição de Cunha, que, acusado de corrupção ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mostrara força reduzindo a pó projetos do governo com “pautas-bomba”. Só que o PT lhe puxou o tapete, negou apoio ao desafeto e aprofundou o fosso que a separava do parceiro majoritário na base parlamentar. Cunha virou algoz, aceitando o processo de impeachment contra ela da lavra de um fundador do PT, Hélio Bicudo, do ex-ministro da Justiça do tucano Fernando Henrique Miguel Reale Júnior e da professora de Direito da USP Janaína Paschoal.

Nos 272 dias sob julgamento no Congresso – 160 no cargo e 112 dele afastada (se for mesmo impedida em 1.º de setembro) – ela atribuiu o dissabor à “vingança” de Cunha. Este, de fato, o abriu, mas não foi decisivo na maioria contra ela na comissão da Câmara (38 a 27), composta à feição dos interesses de sua defesa por intervenção do STF. Nem em mais quatro sessões: duas na comissão (15 a 5 e 14 a 5) e duas no plenário do Senado (55 a 22 e 59 a 21). E mais: mesmo tendo até agora logrado adiar sua cassação, o ex-presidente da Câmara não provou ter os votos de que precisa para manter o mandato.

Outra conta de seu lorotário é a do presidente em exercício, seu único sócio na chapa vencedora de 2014, com 54,5 milhões de votos. Temer tem o dever funcional, exigido pela Constituição, de assumir seu lugar, não merecendo, assim, as acusações que amiúde ela lhe faz de “traidor e golpista”.

Na dita “mensagem ao Senado Federal e ao povo brasileiro”, divulgada em palácio e na presença decorativa de repórteres, ela repetiu as lorotas de hábito. Pela primeira vez reconheceu ter cometido um “erro”. Este seria a escolha do vice e, em consequência, a aliança com o PMDB. Esqueceu-se de que sem esses aliados não teria sequer disputado o segundo turno em 2010 e 2014. Comprometeu-se ainda a adotar “as medidas necessárias à superação do impasse político que tantos prejuízos já causou ao povo”. Sem contar sequer com um terço do Senado e da Câmara, cujas decisões têm sido referendadas pelo STF, contudo, a única medida que ela poderá tomar será imitar Fernando Collor, atualmente seu prestativo serviçal, e renunciar. Para tanto, contudo, a Nação não aceita pacto de nenhuma espécie, seja a imunidade penal pessoal, seja outro privilégio. Não tem, muito menos, como convocar plebiscito para eleger quem cumpriria o resto do mandato, se a ele renunciar.

Só lhe restará, então, voltar ao merecido ostracismo, do qual não deveria ter sido retirada, e responder pelos vários crimes de que é acusada – e nega.

Publicado no Estadão. Autor: José Nêumanne Pinto – jornalista, poeta e escritor brasileiro

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Lava Jato

O envolvimento de políticos de todos partidos, assim como, membros do STJ, empreiteiros e outras figuras envolvidas até o pescoço com a corrupção, de há muito, banca fortes negociações para desacreditar a Operação Lava Jato

Vigilantes

A parte decente da população deve continuar alerta. Se continuar o conluio dos larápios na tentativa de barrar as investigações que objetivam passar a limpo nosso amado Brasil, brasileiro; devemos sair às ruas, exigindo a deposição de todos os submergidos

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Finalizando

“Quando os homens são puros, as leis são desnecessárias; quando são corruptos, as leis são inúteis”

Benjamin Disraeli – foi um escritor e politico britânico de origem judaica italiana

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-27/08/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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