As “traças” da CBF

ratos cbf

O Estadão de ontem trouxe à tona a triste revelação de que a CBF teria deixado “traças” destruírem diversos itens do acervo histórico do Museu da CBF, entre os quais camisas históricas, como as utilizadas por Sylvio Hoffmann, na copa de 34, Veludo, na de 54, Oreco, em 1958 e até as mais recentes, como uma de Zico em 82.

Um dos doadores (da camisa de 34), o empresário Omar Peres, indignado, pediu para a CBF comprovação da destruição, com fotos ou até mesmo pedaços do que pode ter sobrado do artefato.

A CBF, estranhamente, não consegue comprovar.

O item descrito, entregue pelo doador nas mãos do ex-presidente Ricardo Teixeira, foi avaliado em R$ 313 mil (lance inicial) por conhecida casa de leilões em Londres.

Há quem diga na CBF, que as “traças”, que mais pareciam “ratos”, em verdade, lucraram muito com o desaparecimento do conteúdo histórico.

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