Sobre a agressão ao presidente dos “Gaviões da Fiel”

O vulgo “Diguinho”, presidente da facção criminosa “Gaviões da Fiel”, foi covardemente agredido, com barras de ferro, inclusive, e, por pouco, não teve destino pior, ontem, no estacionamento do Walmart, ao lado do Fórum Criminal da Barra Funda.
Com ele estava, e também apanhou, o secretário da “torcida”, tratado como “Cris”.
Intramuros, os agredido disseram que os agressores eram membros doutra facção criminosa, a “Mancha Verde”, mas, estranhamente, ou melhor, por razões óbvias, não registraram ocorrência policial.
Apesar de todos os envolvidos, notoriamente, serem ligados a criminalidade, devem ser apuradas, ainda que não notificadas, as razões que levaram à emboscada, até porque seguidores dos marginais (os que apanharam) prometem, também entre os seus, represália nas próximas partidas em que o Palmeiras jogar na Capital, situação que colocará em risco pessoas que nada tem a ver com a briga dessa gente.
Tomara o promotor Paulo Castilho, que minutos antes, novamente de maneira inadequada, aceitou sentar com essa gente para fazer composições que, nunca, em momento algum, foram ou serão honradas, consiga enxergar o grau de periculosidade de todos os envolvidos, protegendo o cidadão de bem, com a aplicação pura e simples da Lei, ou seja, não destinando lugar especial nos estádios para as “organizadas” (nem para ninguém), instituindo a venda obrigatória de ingressos apenas pela internet, com público misturado.
