Juvenal Juvêncio e a luta contra Carlos Miguel Aidar e Ricardo Teixeira

juvenal folha

Comparecemos, ontem, no Salão Nobre do Morumbi, ao velório de Juvenal Juvêncio, dos mais significativos dirigentes da história do São Paulo Futebol Clube.

No período das 15h às 18h (horário que permanecemos), aliados do ex-presidente (o advogado e grande amigo, Dr. Francisco Manssur, fez emocionada homenagem, em leitura de texto bíblico, durante a missa), conselheiros do clube, inclusive o presidente Leco, estavam presentes.

Haviam também os familiares, alguns atletas (não do futebol), torcedores e muitos funcionários (alguns chorando).

Doutras agremiações (durante o referido horário), somente o ex-presidente do Palmeiras, Luis Gonzaga Belluzzo.

Era corrente, principalmente entre os familiares de Juvenal, que o dirigente lutou ainda mais pela sobrevivência (quando o câncer de próstata já incomodava demais) após a traição política de Carlos Miguel Aidar.

“Preciso livrar o São Paulo desse cara”, disse a diversas testemunhas.

De alguma maneira, direta ou indiretamente, conseguiu.

Ao conversarmos com dirigentes importantes do clube, soubemos de uma movimentação de bastidores de Juvenal pouco (se é que foi) noticiada pela mídia: o então presidente do clube, sem alarde, foi dos principais responsáveis em motivar os órgãos de investigação (Polícia Federal e MPF) no intuíto de comprovar os desvios de conduta do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

Viajou e até fez reuniões á respeito, com detalhes e encontros interessantes, que um dia, se autorizados por seus amigos, revelaremos.

Não bastasse o histórico de conquistas pelo clube, em que, mais acertou do que errou (grande parte dos equívoso ligados ao desejo de se manter no poder), somente estes dois episódios de luta contra infelicitadores do esporte já seriam suficientes para enriquecer qualquer biografia.

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