Marco Aurélio Cunha e a CBF

macpeixe

O vereador Marco Aurélio Cunha renunciará a seu mandato na Câmara de São Paulo para se tornar funcionário da CBF, ocupando o cargo de Coordenador do Futebol Feminino da entidade.

Deixará “órfãos” 40 mil pessoas que nele, iludidas, votaram.

Há tempos Cunha vem tentando se colocar ao lado de dirigentes complicados do esporte: tentou com Kalil Rocha Abdala (expulso da Santa Casa por acusações de desviar milhões de reais), depois passou a apoiar quem criticava, Carlos Miguel Aidar (mas não conseguiu cargo) e agora, após beijar algumas mãos, aliou-se a Marco Polo Del Nero, Vicente Cândido (PT) e demais “companheiros”.

O pasto deve ser realmente bom, já que MAC não é o primeiro a largar a política (o pluripartidário Walter Feldmann, defensor de bicheiros, está aí para exemplificar) com o “sonho” de contribuir para o futebol brasileiro.

Em passado recente, mesmo se dizendo Tricolor, foi o hino do Santos, devidamente uniformizado, que o ‘doutor’ entoou, publicamente, com mais entusiasmo.

Em resumo: essa gente tem bom discurso, sorri fácil, mas a lealdade e os objetivos primordiais passam ao largo das exigências mínimas de dignidade, ética e moralidade.

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