Em contenção de despesas, Corinthians não consegue “tirar o osso” da boca de dirigentes complicados
Enquanto o Corinthians divulga para a imprensa uma política de corte de despesas que envolveria até economia em contas básicas, como água, luz e telefone, seus dirigentes não conseguem “tirar o osso”, custoso, da boca de seus dirigentes mais complicados.
O que justifica, por exemplo, mais uma vez o conselheiro do clube, Manoel Ramos Evangelista, o vulgo “Mané da Carne”, ter viajado ao Uruguai, com todas as despesas pagas, a pretexto de “chefiar uma delegação” que já tinha entre seus integrantes a presença de um vice-presidente, Jorge Kalil (também sem função), que é médico, e dois diretores de futebol ?
Óbvio, pura utilização indevida de recursos do clube para agradar meia duzia de chupins que há anos vivem de pequenos negócios no Parque São Jorge.
Enquanto o Corinthians continuar “jogando para a galera”, cortando gastos de maneira direcionada, preservando os “peixes” políticos “(de custo mais caro e nenhuma produtividade) em detrimento de funcionários humildades, que estão sendo demitidos por não fazerem parte do ‘staff” a ser preservado, não logará o êxito necessário, e esperado, para que a dura situação financeira seja melhorada.
Resta saber se o grande mentor do corte de gastos, Emerson Piovesan, aceitará passivamente a sacanagem ou se insurgirá, exigindo que seus pedidos (em alguns casos, ordens) sejam cumpridos de maneira técnica, não com a politicagem explicitada.

