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Ponte Preta, Forças Armadas e Política

corneta

Por NAPOLEÃO DUMONT*

Ponte Preta sem vergonha na cara

Não aprendem. Em todos os campeonatos, em todos os anos, têm levado dezenas de gols nos primeiros e últimos minutos do primeiro e segundo tempos.

Todo mundo sabe disso e explora. Só a Ponte Preta não sabe e não se previne. E ninguém ensina! Quase nunca vence os quatro últimos colocados.

Há mais de cem anos não é campeã de nada. Deve estar cansada – ou ao contrário, gosta – de morrer na praia.

E quantas vezes perdeu o primeiro jogo em casa? Já começa com pontos e gols negativos! Não têm, mesmo, vergonha na cara e pouco se preocupam com os torcedores.

A Ponte dificilmente marca nos primeiros e últimos minutos: basta lembrar que perdeu o campeonato deixando de marcar (justo o bom Adrianinho) no último lance no Recife.

Em diversos jogos, chega a levar dois gols – e quase seguidos – de bola parada e de cabeça, e perde ponto. Muito raramente (só me lembro do ótimo zagueiro Ferran) aproveita um escanteio.

Anteontem, contra a Portuguesa – time quase moribundo – em casa, levou dois gols de bola parada, de cabeça e em poucos minutos. Estava ganhando e perdeu. Nenhuma novidade. A torcida que se dane!

E é quase certo que vai perder o próximo jogo, do Palmeiras. Bom começo.

Castigam uma fiel e sofredora torcida. Não valem nada: diretoria, comissão técnica, treinadores, jogadores. Não aprendem, continuam e continuarão errando.

Mudando de assunto: não deixem de ler o magnífico artigo do General Rocha Paiva “desafio aos novos comandantes”, n’O Estado de S.Paulo, 29 jan. p.:

Rocha Paiva era General de Brigada, Comandante da Escola de Comando e Estado Maior do Exército – o estabelecimento de ensino que forma os futuros Generais do Exército – e foi preterido na promoção para General de Divisão.

Infeliz país – e exército – que se dão ao luxo de mandar para a Reserva um de seus melhores Oficiais Generais.

Como não promoveram a quatro estrelas o General de Divisão Santos Cruz, sem dúvida o melhor Operacional, que foi para a Reserva, mas em seguida contratado pela ONU para comandar as tropas na África, estas sim em verdadeira operação de guerra. É um General que poderá dizer que é um Herói de Guerra. Não interessa ao Governo que rouba e destrói a Petrobras promover excelentes oficiais operacionais. Aliás, os “economistas” (“Avant La Lettre”) medievais formularam uma Lei, bem mais tarde, consolidada pelo economista inglês Gresham, que ficou conhecida como “Lei de Gresham”:

“A má moeda afasta do mercado a boa moeda”.

Por falar em país infeliz, o que acham de o Exmo. Sr. Senador Renan, Calejado, presidir o Senado pela quarta vez?

Gostaria de falar sobre o maior escândalo de corrupção da história da humanidade, a PeTro-roubalheira, mas fica para outro dia.

“Bonsoir”.

*NAPOLEÃO BONSANT DUMONT é importante representante do militarismo brasileiro, além de ponte-pretano apaixonado.

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