Grupo de Osmar Stabile protocolará no Conselho do Corinthians pedido de explicações sobre utilização de “urnas eletrônicas”

Eleição Corinthians

Na virada do ano, o Corinthians publicou no Estadão, Edital de convocação de associados para a Assembléia Geral que decidirá, em eleição, os novos presidente, vices e conselheiros do clube.

No documento, assinado pelo Desembargador Ademir Benedito, presidente do Conselho Deliberativo alvinegro, há indicação clara de que o pleito será realizado com utilização de ‘urnas eletrônicas”.

Ficou a dúvida, porém, se, como exige o Estatuto do Corinthians, o referido aparato será cedido pelo TRE, que, nas últimas eleições, negou-se a fazê-lo.

Assim como negou também ao Santos Futebol Clube, que, no mês passado, teve que recorrer a uma empresa particular, com resultado desastroso, falhas, suspeitas de fraude, e consequente adiamento do pleito, que somente foi finalizado nas tradicionais urnas de papel.

Amparado pelo texto do Estatuto, o grupo de apoiadores do conselheiro Osmar Stabile, no último final de semana, capitaneados pelo Dr. Haroldo Dantas – que será responsável pela protocolização junto ao Conselho – conseguiu assinaturas suficientes para embasar os questionamentos, que deverão ser respondidos com rapidez pelo citado desembargador.

Se o clube insistir, como indica o discurso doutro desembargador, presidente da Comissão Eleitoral, Guilherme Strenger, em realizar o pleito em desconformidade com o que rege a Constituição alvinegra, certamente a questão deverá seguir o rumo dos Tribunais.

E mesmo se os argumentos do grupo de Stabile forem acatados, por consequencia lógica, o Edital publicado no Estadão perderá legitimidade “por conter informação equivocada”, nos alertou o associado Ciborg, sendo necessária outras três publicações, que acabariam por estender o prazo de formação das chapas no Parque São Jorge.

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