“Parceria” entre São Paulo e Nacional-SP favorece filha de Carlos Miguel Aidar
Tempos atrás, o Corinthians fechou parceria com o Nacional-SP, utilizando o pequeno clube da Capital para colocar em campo jogadores contratados apenas para beneficiar empresários.
Foi um desastre.
Mais de 100 jogadores, a grande maioria sem ao menos pisar nas dependências alvinegras, assinaram contrato, e foram revendidos sem que o clube explicasse muitos dos negócios.
Ficou claro que a intenção, ao afastar todos do Parque São Jorge, era a de fugir da “fiscalização” de conselheiros, torcedores e imprensa, facilitando, por consequência, a obscuridade.
Nesse quadro, Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo, decidiu inserir o clube no mesmo “sistema”, utilizando-se, ainda, da mesma “barriga de aluguel”.
Porém, menos hábil do que Andres Sanches, que à ocasião colocou raposas de ‘mercado” para cuidar do galinheiro, o mandatário Tricolor preferiu incumbir o próprio Diretor do Departamento Amador são-paulino na gestão da empreitada.
Seria até compreensível, não fosse Carlos Alberto Gaspar, o referido, que entrou na vaga após o afastamento de Juvenal Juvêncio, namorado de Mariana Aidar, filha do presidente, que, por sinal, teria sido afastada do clube (observa-se agora que não), após a descoberta de que atuava, no mercado, como agenciadora de jogadores de futebol.

