Taleban e Estado Islâmico não merecem ser tratados como gente
Este jornalista, por formação, é absolutamente contrário a aplicação da pena de morte, mas prega urgência no endurecimento das penas brasileiras, como a introdução de prisão perpétua a crimes graves, entre os quais tráfico de drogas, assassinato, estupro, etc.
Seres humanos não podem ter o direito de assassinar semelhantes, nem mesmo os piores espécimes da raça, a não ser – o que deixaria de ser, em tese, assassinato – em casos de legitima defesa, que teriam, obviamente, minuciosa investigação judicial.
Porém, ao analisar, com absoluta tristeza, o ataque de ontem no Paquistão, em que energúmenos, em nome da “religião”, mataram com requintes de crueldade 145 pessoas, 132 destas crianças, além do que vem ocorrendo nos assassinatos praticados por imbecis que se autodenominaram “Estado Islâmico”, observamos que não há alternativa razoável para punir esses grupos senão a aplicação, rápida, da execução por intermédio do Estado.
O Islã que este jornalista respeita, assim como outras religiões, nada tem a ver, nem prega, esse tipo de barbaridade, distorcida e introduzidas na cabeça de maniacos, desprovidos de cérebro, moral, puros agentes da maldade.
Os pertencentes aos grupos citados, há tempos, deixaram de se portar como seres humanos, aliás, demonstram absoluto desprezo pela raça, e, “existindo” no Planeta, serão sempre risco constante para qualquer tipo de pessoa.
Prisão e execução, após rápido julgamento – eles costumam se declarar culpados, até com demonstração de orgulho pelos atos criminosos e cruéis – é a única solução viável para reduzir e enfrentar essa gente, protegendo o cidadão minimamente saudável em sua faculdades mentais de conviver com as “bestas” do Terror, que, comprovadamente, pensam pelo mal, praticam-no sem o menor temor, não possuem arrependimento, e, por consequencia, não são passíveis de recuperação.

