Gobbi e a fantasia de palhaço
Há 32, quase 33 anos, ainda na juventude, quando sequer imaginava seria Delegado de Polícia, muito menos presidente do Corinthians, Mario Gobbi tinha por hábito desfilar nas ruas de Jaú com sua inseparável indumentária de palhaço.
Fazia parte do bloco “Supérfluos”.
Jamais poderia prever que na maturidade seria tratado como tal por aqueles que antes lhe batiam nas costas.
Poucas vezes um dirigente de clube foi tão humilhado por seu antecessor, supostamente do mesmo grupo, sem esboçar um mínimo de reação.
Deve ter seus motivos.
Ironia do destino ou consequencia natural de andar em más companhias ?


