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Coluna do Fiori

fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Beijar a pata de um cão é mais digno do que apertar a mão de algumas pessoas”.

Autoria desconhecida

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No mundo da arbitragem do futebol

Ser sabujo não se reporta a diplomas frios; ser sabujo é perseguir árbitros que não aceitam escalas para arbitrar jogos amadores quando escalados pela entidade sindical; ser sabujo é usar o cargo de funcionário direto ou indireto da FPF, para se impor junto aos árbitros, ser sabujo é ficar argolado com dirigentes da CBF ou FPF, para se garantir na função; ser sabujo é deixar de cumprir o dever de dirigente da entidade representativa, não apresentando balanço mensal e anual, especificando, detalhadamente, todos os gastos, incluindo neste item, funcionários, prestadores de serviço, gastos com viagens, hotéis e, por ai vai. No geral, ser sabujo no mundo da arbitragem do futebol; é voltar a comer no prato do alguém a quem tanto criticou

Trigésima Sexta Rodada da Série A do Brasileirão – 2014

Sábado 22/11

Internacional 2 x 1 Atletico-MG

Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (FIFA-RJ)

Item Técnico

Prejudicou a equipe do Atlético por não ter marcado a penalidade máxima cometida por Gilberto,

– defensor do Internacional, no momento que esticou o braço para desviar a trajetória da bola, logo

– após finalização do oponente Marion

Item Disciplinar

Muita conversa; pouca ação

Domingo 23/11

Corinthians 1 x 0 Grêmio

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)

Item Técnico

Por volta da metade da segunda etapa, o atleta Ramiro, defensor gremista, escapou pelo lado direito de

– seu ataque, chegando próximo da linha de fundo, bateu na redonda, cruzando-a para o interior da área

– adversária; na descendente, efetuando movimento normal de seu corpo, o zagueiro Fábio Santos, foi

– surpreendido com o toque da redonda em seu braço, de imediato, os atletas do Grêmio reclamaram que

– Fabio Santo cometeu penalidade máxima, não sinalizada pelo árbitro. Pra mim! Lance normal

Item Disciplinar

Muita justificativa poderia e deveria ter sido, mas enérgico; gesticulou e muito quando nas conversas

– com os atletas; precisa conter os ímpetos, ala Armando Marques.

Santos 0 x 1 São Paulo

Árbitro: Flavio Rodrigues Guerra (SP)

Item Técnico

Algumas inversões de faltas

Item Disciplinar

Não foi muito exigido

Rematando

Os representantes das leis do jogo não tiveram influência no resultado da contenda

Final da Copa do Brasil 2014

Quarta Feira 26/11

Cruzeiro 0 x 1 Atlético-Mg

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA-SP)

Item Técnico

Uma e outra inversão na marcação de falta; por volta do 16º minuto da etapa inicial em lance de lateral

– alguns dos litigantes ficaram disputando quem seria o favorecido, sem vacilar, Luiz Flavio de Oliveira,

– corretamente, determinou lateral favorável a equipe atleticana

Item Disciplinar

Apesar dos 08 cartões amarelos e 01 vermelho, Luiz Flavio de Oliveira, poderia ter sido mais exigente

Rematando

Árbitro e assistentes não tiveram influência no resultado da contenda

Copa Sul-Americana

São Paulo x Nacional de Medellín

Árbitro Roddy Zambrano (FIFA- EQU)

Tempo normal

São Paulo 1 x 0 Nacional de Medellín

Classificação para outra etapa, decidida após cobrança de penalidades, resultado Final:

São Paulo 1 x 4 Nacional de Medellín (classificado)

Itens Técnico/Disciplinar

Desempenho normal dos representantes das leis do jogo

Política

1

2

Cinismo e reação tardia

No seu primeiro pronunciamento desde a prisão de dirigentes de empreiteiras no escândalo Petrobrás, a presidente Dilma Rousseff exaltou o mérito do governo de estar investigando a corrupção “pela primeira vez na História do Brasil”. Fantástico!

Em primeiro lugar, amigo leitor, o governo não está apurando nada. Ao contrário. Está sendo investigado. O juiz federal Sergio Moro não é um contínuo do Palácio do Planalto. É representante de outro poder da Republica.

A Policia Federal, independente e eficiente, não é um departamento subordinado aos interesses, caprichos e ordens da doutora Dilma Rousseff. O pronunciamento da presidente da Republica só pode ter duas explicações: cinismo ou preocupante desligamento da realidade

A operação Lava-Jato vai compondo um quadro de corrupção que arranhou gravemente a historia, a saúde financeira, a marca e o futuro de um ícone do Brasil: a Petrobrás. A atual presidente da Republica não é uma expectadora passiva da tragédia. O escândalo permeou mandatos de Lula e estourou com força no atual governo. Dilma foi ministra de Minas e Energia. Chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás no governo Lula. A presidente da República conhecida por seu perfil centralizador e autoritário, não pode fazer de conta que está em outro planeta. Ela está, queira ou não, no olho do furacão.

Chegou a hora da verdade para governantes e políticos. A sociedade está cansada de empulhação. Os culpados pela esbórnia com dinheiro público, independentemente da posição que ocupem na cadeia corruptora, devem ser exemplarmente punidos. E isso não significa, nem de longe, ruptura do processo democrático, golpismo ou incitamento a radicalização

Dilma Rousseff foi reeleita legitimamente presidente da República. Pregar um golpe explicita ou implicitamente, é tudo, menos comportamento democrático. Isso não significa, por óbvio, admitir barreiras protetoras absurdas ou chancelas de impunidade. Todos, incluindo a atual presidente, podem e devem ser responsabilizados por seus atos

Os meios de comunicação social existem para incomodar. Um jornalismo cor-de-rosa é socialmente irrelevante. A imprensa, sem precipitação e injustos prejulgamentos, tem o dever de desempenhar importante papel na recuperação da ética na vida pública. Nosso compromisso não é com celebridades, mas com a verdade, com a informação bem apurada, com os leitores

O Brasil está passando por profunda mudança cultural. Transparência nos negócios, ética e competência são as principais demandas da sociedade. E a imprensa está sintonizada com essas aspirações

Autor: Carlos Alberto Di Franco, advogado e doutor em comunicação

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Finalizando

INVERSÃO DE VALORES:

“Infelizmente estamos em uma época que a desonestidade virou qualidade.”

O cidadão que age de forma correta, com princípios, ética e retidão fica marginalizado diante de uma maioria esmagadora de aproveitadores, enganadores e bandidos…

Mesmo assim fico com a minoria!!!

Orlando Salustiano Júnior (Landinho)

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Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-28/2014

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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