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Denunciado e denunciante “se acertam” no Corinthians. Falta agora “convencer” o treinador

roberto andradeMano Menezes e o Iate de R$ 6 milhões

É de conhecimento dos que tem acesso aos bastidores do Parque São Jorge, que, há algum tempo, o ex-diretor de futebol do Corinthians, atual candidato a presidência, Roberto “da Nova” Andrade, por divergência comercial, não se bicava mais com o então “parceiro” Fernando Garcia, conselheiro do clube e empresário de jogadores.

O caso era tão grave que Garcia, num dos jogos realizados no “Fielzão”, gritou para quem quisesse escutar, apontando para o dirigente, tratando-o como “ladrão”.

“Da Nova” abaixou a cabeça, mas, entre amigos, prometeu providencias jurídicas, que nunca foram levadas a cabo.

Os desacertos oriundos desse caso tiveram reflexos posteriores noutro imbróglio, desta vez entre o treinador Mano Menezes e o Fernando Garcia, que, ao desistir de cumprir o “combinado”, condenou três de seus atletas a receberem, digamos, tratamento “diferenciado” no elenco alvinegro.

Ralf mesmo participando dos treinamento alvinegros há semanas, continua sem entrar na equipe, dando lugar a Bruno Henrique, jogador do BMG, que tem, segundo informações, a carreira “gerida” por Andres Sanches, ex-presidente alvinegro, com detalhes de negociação absolutamente complicados, para não dizer fraudulentos, conforme documentação exposta por este espaço, meses atrás, que pode ser conferida no link abaixo:

Bruno Henrique: mais um negócio para o departamento de futebol do Corinthians explicar

Malcon de garoto de ouro, aos poucos, vem sendo deixado de lado, e Petros, antes “imprescindível”, agora tem dificuldades para manter a titularidade.

Porém, a partir desta semana, tudo pode mudar.

Era voz corrente no “Fielzão”, durante a partida entre Corinthians e Coritiba, que, pelo bem das eleições, e para evitar que ambos os protagonistas fossem atingidos pelas próprias denúncias, Roberto “da Nova” Andrade e Fernando Garcia “se acertaram”.

Seja lá o que motivou o “desacordo” ficou para o passado, e o futuro, em caso de eleição da chapa situacionista, garantirá a Garcia, com a saída de Carlos Leite e seu treinador amestrado, o monopólio das negociatas alvinegras, ao menos nos próximos três anos.

Acertados os ponteiros entre “ladrão” e indignado, resta agora sentar com Mano Menezes, e, de alguma maneira, convence-lo a olhar os atletas de Garcia com os olhos de outrora, para, quem sabe, com a escalação dos citados nas próximas partidas, facilitar transações que podem ocorrer na abertura da próxima janela, em que todos, menos o Corinthians, seriam beneficiados.

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