Gestões criminosas colocam a pior Portuguesa de todos os tempos na terceira divisão do Brasileirão
De maneira melancólica, após derrota por três a zero para o fraquíssimo Oeste de Itápolis, a Portuguesa, representada por um dos piores times da história do futebol mundial, certamente o pior do clube lusitano, conseguiu ser rebaixada para a terceira divisão do Brasileirão, com incríveis cinco rodadas de antecipação.
Desastre que vem se desenhando há tempos, frutos de sequencia de gestores lamentáveis, voltados a se servir do clube, e não servi-lo, como deveria ser.
Gente como Manuel da Lupa, que vendeu a Lusa para a segunda divisão a uma empresa de saúde, em troca de amortização de sua dívida milionária com o BANIF.
Ou Ilidilo Lico, que conversa com a CBF com as quatro patas paralelas ao chão, submisso, e facilitador, também, do mercado de empresários, que obrigou treinadores, todos demitidos, a escalar a equipe como se fossem bonecos de ventriloquo.
Se os dirigentes e conselheiros, alguns covardes, outros omissos, e uma boa parte, formado por vagabundos, merece o destino do clube, lamenta-se apenas pelo verdadeiro torcedor lusitano, não os bandidos da facção criminosa “Leões da Fabulosa”, que, mesmo sabedores da situação financeira caótica da Lusa, tratam de explorá-la com ingressos gratis e outras benesses, mas o apaixonado, muitos deles, descendentes de portugueses, que, em momentos de dificuldade, doam amor, dinheiro e emoção, sem nada esperar em troca.
Em tempos cada vez mais polarizados de distribuição de recursos, a Portuguesa, que já foi enorme, hoje, apesar de ainda tradicional, caminha, lamentavelmente, para um destino que já vitimou, no passado, grandes clubes do futebol brasileiro.

