Corinthians tenta cobrar R$ 1,3 milhão em calote de empresa ligada a Luis Paulo Rosenberg
Em 2012, o Corinthians colocou em sua camisa, no lugar mais caro, o logo da “empresa” APITO PROMOCIONAL, em acordo pontual, firmado por R$ 1,3 milhão.
Nunca recebeu.
O calote foi generalizado, tanto no clube, quanto nos consumidores, que acreditaram numa promoção, estimulada pelo aval alvinegro, que existia apenas na propaganda.
Desde então, alguns mistérios pairam sobre o assunto: como uma empresa, absolutamente desconhecida, consegue fechar patrocínio milionário com um clube como o Corinthians, sem colocar um real adiantado, sem possuir escritório, clientes anteriores e nenhuma relevância no mercado ?
Fato é que no próximo dia 29 de outubro, as 14h, na 19ª Vara Civil, esta marcada uma audiência de conciliação entre as partes, com remotas chances de ser realizada a contento.
A “Apito Promocional” foi citada apenas por Edital, e, segundo anotações dos oficiais de justiça que tentam, há dois anos, localiza-la, nunca existiu nos endereços apontados pelo Corinthians.
Talvez o sumiço de Marcos Cesnik de Souza, dono no papel da empresa seja justificado por decisão da Receita Federal, que, em 20 de setembro de 2013, resolveu puni-lo com arrolamento de bens, anotado nas diversas empresas de fachada abertas em seu nome.
Luis Paulo Rosenberg foi o Diretor responsável por contratar e dar aval ao negócio no Parque São Jorge, que não remunerou o clube, mas, segundo informações de mercado, teriam beneficiado o próprio dirigente, além dos “garotos propagandas’ da causa, Neto, também conselheiro alvinegro, e Milton Neves, que mantinha relacionamento anterior com o dono da “Apito Promocional”.



