Bola na mão, mão na bola, mão grande, mão no rosto…

vergonha

Assim que os “donos do apito”, homens que se dizem independentes, mas, na verdade, ajoelham-se e beijam as mãos – quando não outras partes – dos dirigentes da CBF, e, por vezes, de alguns clubes, começaram, como se experts fossem no assunto, a justificar os graves erros de arbitragem do Brasileirão com o argumento de que, “daqui por diante, por ordem da FIFA”, qualquer bola que resvalasse no braço ou mão do atleta, independentemente de intenção, seria tratada como faltosa, quase cai da cadeira.

Era uma interpretação tão imbecil, desprovida de lógica, que beirava o surreal.

Nem a FIFA aguentou.

Em entrevista, Massimo Busacca, diretor de árbitros da entidade, detonou todo o discurso dos representantes da arbitragem brasileira, restabeleceu a verdade, óbvia, de que “bola na mão” é bem diferente de “mão na bola, e jamais será ato delituoso numa partida de futebol.

Ou seja, a turma da “mão grande”, passou um vexame histórico, deve ter colocado a “mão no rosto” para encontrar com o presidente da CBF, que, se não estiver de rabo preso, tem por obrigação demiti-los sumariamente, tamanho o grau na incompetência de avaliação das regras de futebol.

Que árbitro novato não riu da cara, ou respeitará, daqui por diante, as figuras de Sergio Corrêa da Silva, Artur Alves Junior, e demais militares do “come e dorme” que infelicitam os bastidores do esporte nacional ?

O comando, imposto na base do terror e da prática do “toma-lá-dá-cá” está absolutamente comprometido.

Sem contar que não há mais como reparar os “equívocos” cometidos até o momento no Campeonato Brasileiro, que vitimaram diversas equipes – como o São Paulo – no último domingo – e que podem decidir, no fim do torneio, desde rebaixamento até posicionamento na classificação para a Libertadores da América.

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