Presidente do CORI, em vez de fiscalizar, trabalhou para afundar o Corinthians em mais dívidas

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Anos atrás, o atual presidente do CORI, Dr. Alexandre Husni, ainda na oposição, recebeu este jornalista em seu suntuoso e “corleônico” escritório, em São Paulo, para uma conversa em que o adjetivo menos ofensivo utilizado para definir Andres Sanches, ex-presidente do Corinthians, foi o de “ladrão”.

“Vigarista”, “ralé”, “baixo clero”, “lixo”, “escroto” e “vagabundo” também foram citados, embora, por razões óbvias, jamais serão confirmados.

O tempo passou, e Husni, que adora conversar à mesa expondo maços de dinheiro, acertou-se com Sanches, sendo, por consequencia, colocado no cargo máximo do CORI, órgão que tem por obrigação fiscalizar os atos da administração.

Em recente reunião, sem fazer um questionamento sequer, o CORI aprovou, a pedido de Sanches, indiciado por crime de apropriação indébita, empréstimo de R$ 350 milhões.

Não contente com a “contribuição”, Husni decidiu, na reunião do Conselho Deliberativo, em vez de investigar e questionar, “sentar no colo de Sanches”, em sentido figurado, bajulando-o de maneira constrangedora, em meio a um discurso de “venda” do empréstimo, como se estivesse ganhando comissão para aprová-lo.

Num local em que o órgão fiscalizador se ajoelha para o fiscalizado, não causa surpresa que a imprensa noticie o indiciamento dos dirigentes por atos criminosos, muito menos o acréscimo irresponsável de uma dívida absolutamente impossível de ser administrada.

CONFIRA ABAIXO TRECHO QUE SELECIONAMOS DA FALA DE HUSNI, RETIRADO DA ATA OFICIAL DA REUNIÃO, QUE NÃO ESPECIFICA, PORÉM, SE REALIZADO EM PÉ, SENTADO, OU COM AS PALMAS DAS MÃOS APOIADAS NO CHÃO.

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