Maurício Sampaio, protegido de Jorge Kajuru, apontou revolver para Gil, do Corinthians, que quase encerrou a carreira

Maurício Sampaio No Camburão

Entre os anos de 2008 e 2009, o zagueiro Gil, do Corinthians, teve a infelicidade de fazer parte do elenco do Atlético/GO, time chefiado pela nata da bandidagem goiana.

Maurício Sampaio, dono da ex-rádio K, agora rádio 730, em Goiás, mandava e desmandava no clube.

Anos depois, tornou-se principal suspeito de mandar assassinar o jornalista Valério Luiz, em caso que escandalizou a imprensa esportiva brasileira.

Kajuru, que infelicita o eleitorado goiano com sua candidatura a Deputado Federal, tenta colocar o homicídio nas costas do bicheiro Cachoeira, que deixou de ajudá-lo financeiramente, na esperança de livrar Sampaio da cadeia – a quem ataca de maneira combinada – com a promessa de retomada de poder em sua antiga emissora de rádio.

Voltando ao Atlético, Sampaio, segundo relato de testemunhas, inclusive do próprio, que se vangloria das maldades, ao negociar contrato com Gil, apontou um revolver para o joelho do atleta, dizendo que se não assinasse, atiraria.

Fato é que a pressão foi tão grande que o zagueiro, hoje no Timão, pensou, à época, até em abandonar a carreira de jogador de futebol.

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