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Novo homicídio coloca em alerta grupo de Andres Sanches no Corinthians

campoy

No ano passado, sócio de Andres Sanches e André Negão, num desmanche de automóveis, foi executado, cruelmente, próximo a Rodovia Fernão Dias, em São Paulo.

A autoria nunca foi comprovada.

Nos bastidores fala-se em acerto de contas, já que o morto teria ligações com o PCC.

À época, Sanches e Negão, temerosos, ficaram alguns dias sem aparecer, e, quando o fizeram, demonstraram clara e justificada apreensão.

O tempo passou e a calmaria voltou, tanto que os negócios foram retomados e o assunto, apesar de nunca esquecido, não era mais comentado.

Porém, na última semana, novo homicídio, a poucos metros do comitê da chapa “Renovação e Transparência”, que cuida, entre outras coisas da campanha de Andres Sanches a Deputado Federal, pelo PT, deixou o ex-presidente do Corinthians, e seus parceiros, amedrontados.

Outra execução cruel, com requintes de profissionalismo.

Tão “pesada” que o Boletim de Ocorrência, em vez de seguir os trâmites naturais de investigação, foi parar nas mãos de um grupo especial da Polícia Civil de São Paulo, e, até mesmo a imprensa, ávida por sangue, sequer deu uma linha sobre o caso.

Contaremos um pouco do que soubemos sobre o episódio, com as peças que vazaram, e precisam ser completadas, e somente serão, tudo indica, em corajosa investigação policial.

O homem assassinado respondia pelo nome de “Túlio”, estava em um carro blindado – dos mais luxuosos – com placa de Campinas, e seria, segundo informações, um dos intermediários utilizados por Andres Sanches para realizar transações com jogadores de futebol.

Uma espécie de “laranja”.

Ambos frequentavam, também, a sede dos Gaviões da Fiel.

Poucos minutos antes de morrer, Tulio iria se encontrar com André Campoy (foto), conhecido “testa de ferro” de Sanches para negociação de jogadores (desde os tempos de Coelho, Fabinho Fontes, etc.) no intuito de receber ingresso para a Copa do Mundo.

Campoy  esperava num boteco próximo a sede da “Renovação e Transparência”, sede do comitê de Andres Sanches, no Tatuapé, a poucas quadras, também, do Corinthians.

Assim que Tulio desceu do carro para o encontro foi abordado por homens que estavam, segundo testemunhas, num carro e em duas motos, que, sem muita comunicação, começaram a atirar.

Relatos dizem que “Túlio” teria sido atingido por seis tiros, numa ação rápida e assustadoramente profissional.

Apavorado, Campoy se evadiu do local.

Informações dão conta de que a execução teria como mandante a mais conhecida facção criminosa que atua nos presídios de São Paulo, e que o fator motivador seria desacerto na distribuição de drogas, porém, poucas vezes se viu o ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, e seus companheiros, tão preocupados.

Resta saber se apenas por luto, em amizade, ou pela possibilidade doutras histórias surgirem a partir deste episódio.

Sim, porque, apesar da investigação policial estar cercada de sigilos e cuidados, vazou a informação de que o telefone celular de Tulio foi encontrado, e, em analisado, revelará ligações que podem ser comprometedoras, ou não, para muitos de seus amigos e parceiros.

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