Depois do épico Inglaterra e Itália, a esperança de bom futebol, hoje, está nos pés da Argentina
A vitória da Itália sobre a Inglaterra, numa partida épica, disputada em condições climáticas dificílimas, na Arena Amazônia, já entrou para a história da Copa do Mundo.
Um jogo disputado palmo a palmo, digno da tradição das equipes.
Pirlo, excepcional, fez a diferença.
Outra Seleção que se portou bem foi a Colômbia, que, apesar da ausência de Falcao Garcia, demonstrou alguma força ao vencer a sempre difícil defesa grega por três a zero.
O Uruguai, ao contrário, decepcionou, e muito.
Uma equipe envelhecida, absolutamente dependente de Luis Suarez, que não disputará o Mundial na plenitude de sua forma.
Está de parabéns a Costa Rica, que impôs convincentes três a um na Celeste Olímpica, e apresentou ao mundo o atacante Campbell, um jogador técnico, de chute violentíssimo, e que, depois dessa Copa, certamente se tornará ídolo em alguma equipe importante do cenário esportivo.
Por fim, o Japão, que jogava bem contra a Costa do Marfim, sucumbiu ao calor de Recife, e também ao magnífico futebol de Drogba, que precisou apenas de 25 minutos em campo para transformar um jogo perdido em vitória importante de virada.
Sem o astro, os africanos se tornam comuns.
A rodada de hoje começa com uma Suiça renovada, mas ainda amante do empate, enfrentando a sempre enigmática equipe do Equador.
Se os sul-americanos souberem dosar a ansiosidade da estreia, podem surpreender.
Na sequencia, a França é franca favorita contra uma Honduras que não deve meter medo em ninguém.
Por fim, a tão esperada estreia de Lionel Messi irá acontecer.
Argentina, favorita, enfrentará uma escola dura do futebol europeu, representada pela Bosnia.
Ou seja, boa marcação e frieza ao realizar as jogadas de ataque.
Com paciência, os hermanos tem tudo para evitar maiores problemas e largar para a provável vaga na final do Mundial 2014.

