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Mais R$ 50 milhões de empréstimos para o “Fielzão”– sem consentimento do Conselho

andres areia mijada

Nos últimos 30 dias, a vida financeira do Corinthians foi amplamente discutida em reuniões realizadas no CORI e também no Conselho Deliberativo do clube.

Como resultado, juntando-se aos empréstimo realizados pela ODEBRECHT no início da obra do “Fielzão”, dos quais o Timão é responsável pelo pagamento, duas novas tomadas de dinheiro foram aprovadas.

R$ 350 milhões e 70 milhões, respectivamente.

Apesar de preocupantes, somadas ainda o que já havia sido emprestado, a dívida do balanço (R$ 200 milhões), as Fiscais (mais R$ 200 milhões) e a do estádio (descontado os CIDS e com juros, próxima de R$ 1 bilhão), ao menos estas podem ser controladas pela administração e conselheiros do Corinthians.

Difícil é ser responsável – como o Corinthians é – por dívidas auferidas pelos gestores do estádio, decididas em reuniões subterrâneas, sem controle de gastos e objetivos, lançadas, sabe-se lá por quais motivos, apenas seis meses após a operação, nos documentos oficiais do Estado.

Em resumo: no dia 28 de novembro de 2013, a empresa ARENA ITAQUERA S/A, que tem como gestora o grupo que comanda a BRL TRUST – verdadeira proprietária do “Fielzão” – aprovou empréstimo de R$ 50 milhões – sem justificar as razões – em forma de debentures que devem ser quitadas pelo Corinthians até 28 de maio de 2028.

Porém, somente ontem, 28 de maio de 2014, seis meses após a aprovação, o resultado da operação foi publicado nos documentos da Junta Comercial de São Paulo.

Basta verificar, abaixo, que o lançamento, apesar de datado com realizado em 2013, foi inserido após a última movimentação, nove dias atrás, em 20 de maio de 2014, onde os representantes da BRL Trust foram reeleitos – também não se sabe sob que critérios, nem quem votou – para mais um mandato na Arena Itaquera S/A.

Os debentures (empréstimo), foram descritos como cotas nominativas, não conversíveis, subordinados, porém, de maneira “estranha”, não se informa o agente fiduciário.

Por que ?

Uma boa questão a ser esclarecida pelo presidente Delegado Mario Gobbi ou pelo ex-presidente, Andres Sanches, que, mesmo desafeto do dirigente, comanda o setor mais oneroso do clube.

debenture fielzão

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