Andres Sanches agradece Marco Aurelio Cunha por “não mexer uma palha” para impedir aprovação de dinheiro público ao “Fielzão”

mac-andres

No mundo da política, recheado de atos subliminares, nem sempre o que se expõe publicamente é a verdade do que se pensa, ou age,nos bastidores.

O vereador Marco Aurélio Cunha, por exemplo, é o Rei de dizer uma coisa e, depois, fazer o contrario.

Alegou “profissionalismo” ao ser flagrado cantando, efusivamente, o hino do Santos, tempos atrás.

Tratou com “naturalidade” o escândalo de ter sido surpreendido após faltar em sessões da Câmara, mas ter sua presença garantida pela assinatura falsificada de um motorista.

Não se importa, também, em reunir-se com gente da estirpe moral de um Aurélio Miguel, que trabalha contra o São Paulo nos bastidores jurídicos que visam favorecer a construtora Brookfield, aquela acusada de pagar propina ao ex-judoca.

Talvez seja este um dos motivos do próprio filho de MAC ter declarado, recentemente, não votar na chapa defendida pelo pai no clube, preferindo se aliar ao avô, Juvenal Juvêncio.

Mas, a pior das inverdades ditas por Marco Aurélio Cunha, tanto no ambiente do São Paulo, quanto publicamente, foi desmascarada pelo ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, em reunião que concedeu o Título de Cidadão Paulistano ao “comentarista” Neto, que teve inteiro teor publicado, hoje, no Diário Oficial.

Sabemos bem que a ardilosidade dos políticos permite que escondam graves mentiras apenas falando a verdade.

MAC sempre disse ter votado contra a liberação de dinheiro público para o “Fielzão”, o que não quer dizer, necessariamente, que tenha feito algo, como seria sua obrigação, para impedir.

Confira abaixo, parte do discurso, absolutamente esclarecedor, de Andres Sanches no referido evento, sem contestação de Cunha, que se posicionava a seu lado:

“(…) quero dar um depoimento sobre a postura que o Vereador Marco Aurélio teve comigo, e principalmente com o Corinthians, na aprovação da nossa arena e os seus incentivos fiscais. Foi uma pessoa que prontamente me atendeu, votou contra, mas não mexeu uma palha para que não fosse aprovado. Eu também disse que se o caso fosse ao contrário, votaria contra. O Vereador teve uma postura de Cidadão de São Paulo, de cidadão do Esporte, de cidadão do futebol.”

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