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Novos negócios a serem explicados pelo departamento de futebol do Corinthians

Mano Menezes e o Iate de R$ 6 milhões

Ontem, no clássico entre Corinthians e Palmeiras, dois jogadores estrearam no clube de Parque São Jorge, ambos trazidos em negociações diretas, realizadas pelo treinador Mano Menezes.

Jadson e Bruno Henrique.

Porém, nem tudo aconteceu conforme repassado, oficialmente, para a imprensa.

Casos tão nebulosos quanto o do jogador Edenilson, que foi para a Itália, assinou com a Espanha e, tudo indica, retornará ao Brasil, num espaço de apenas duas semanas.

JADSON

jadson

Não bastasse a troca, em si, por Alexandre Pato, com o clube se comprometendo a pagar o salário do atleta para que o mesmo jogue pelo São Paulo, outro fator, alarmante, foi noticiado na última semana.

Por que o clube pagará comissão, de 10%, enquanto durar o vínculo, para os agentes de Jadson, tomando como referência o salário de R$ 300 mil ?

Ou seja, R$ 30 mil, mensais.

Acordo este a que o São Paulo não se submeteu ao assinar com Alexandre Pato.

Não há justificativa plausível.

Os empresários possuem contrato de representação com Jadson, não com o clube, e, certamente já recebem outros 10%, descontados do salário do atleta.

Essa prática, do clube pagar o referido percentual, mesmo que inserido em contrato, indica quase sempre uma maneira de remunerar dirigentes e treinadores envolvidos no negócio.

BRUNO HENRIQUE

bruno henrique

O Corinthians anunciou ter pago R$ 1,5 milhão por 50% dos direitos do jogador Bruno Henrique, permanecendo os outros 50% em nome da empresa SM Sports, ou seja, a pessoa jurídica do complicado dirigente Sergio Malucelli, de negócios conhecidos com V(W)nderlei(y) Luxemburgo.

Porém, como explicar a informação oficial da transação, inserida na CBF ?

Segundo o BID da entidade, publicado na última sexta-feira, dando condições de jogo para que o atleta pudesse atuar no clássico contra o Palmeiras, o negócio foi realizado por empréstimo, com prazo de quase três anos, não da maneira informada pelos gestores alvinegros.

Afinal, R$ 1,5 milhão foi pago pelos direitos do jogador, pelo empréstimo ou apenas para beneficiar alguns intermediários, entre eles o habitual parceiro, o BMG, banco do Mensalão, flagrado, em passado recente, “distribuindo” regalias a dirigentes alvinegros ?

bruno bid

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